Depois da festa de abertura a 19 de setembro na zona ribeirinha da Arrentela, está a decorrer até 24 de outubro, a 43ª edição da Seixalíada. Trata-se de um projeto desportivo pioneiro em Portugal que cumpre a máxima do Desporto para Todos.
Nos equipamentos municipais e do Movimento Associativo, milhares de pessoas de todas as idades, praticam dezenas de modalidades, desde o atletismo, andebol, capoeira, dança, futsal, ginástica, natação, patinagem artística, ténis de mesa, vela, corfebol, tantas outras, e ainda desporto adaptado.
Ou seja, a Câmara Municipal do Seixal, as juntas de freguesia e o forte Movimento Associativo do concelho, criam condições e dinamizam esta prestimosa atividade às populações.
Já aqui referimos outros dois grandes eventos que se realizam também neste concelho, de ordem cultural, desportivo e político, nos quais participam muitos milhares de pessoas; as Festas Populares de Corroios e a Festa do Avante.
O mérito dos sucessivos governos do PS e do PSD com CDS ou sem ele, está à vista: um país cada vez com maiores assimetrias onde o interior continua a ser esquecido, onde os ricos se tornam mais ricos e os pobres mais pobres, com tantos jovens mesmo com formação académica, terem de emigrar à procura de uma vida digna que aqui não conseguem. Um Serviço Nacional de Saúde cada vez mais degradado em detrimento dos privados com hospitais a nascerem por aí como cogumelos, onde o problema da habitação cada vez mais se acentua, com falta de casas e rendas exorbitantes. E o Orçamento de Estado já na calha não altera qualquer um destes problemas e que o PS, em nome da estabilidade (que rica estabilidade!), já prometeu deixar passar, abstendo-se.
Em princípio, não temos eleições à porta, mas quando as tivermos, não será já mais que tempo de mudarmos de agulha? Não temos o direito a um País bem mais simétrico e justo e que se bata pela paz, aliás, como preconiza a nossa Constituição da República, e não pela guerra como o fazem PS e PSD? Pelo menos em relação à que grassa na Europa.
Os três exemplos acima referidos, onde o PCP/CDU é o principal protagonista, onde está patente a sua capacidade de decisão, dedicação, planeamento e execução, no Poder Local e noutras iniciativas como a Festa do Avante, não será justo imaginarmos tudo isso, em relação também ao Poder Central? Quando o povo decidir dar-lhe representação parlamentar muito mais consentânea com tudo isso?
Sabemos o resultado de décadas de campanha discriminatória, de omissão, deturpação e até de mentira da comunicação social dominante, em relação ao PCP. Mas as evidências são mais que muitas, e com a luta persistente de comunistas, seus amigos e simpatizantes, dos trabalhadores e do povo, serão alcançados justos resultados, para o povo, para os trabalhadores e para todos os democratas que também por isso se batem.
Está provado à exaustão que lá não vamos com o PS, com a tradicional direita CDS e PSD, nem com as suas novas ramificações, IL e Chega.