Javalis na via pública e o transporte de passageiros no Portinho da Arrábida foram outros temas levantados pelos eleitos
A presença de javalis em espaço público, a mobilidade nas freguesias da Gâmbia, Pontes e Alto da Guerra e a fiscalização do transporte de passageiros no Portinho da Arrábida. Foram estes os principais temas levados pelos eleitos do Chega na Câmara Municipal de Setúbal à última sessão pública do executivo, que decorreu a 26 de agosto.
A informação é divulgada pelo gabinete de apoio à vereação municipal do Chega na autarquia sadina, em nota de Imprensa enviada a O SETUBALENSE.
No que diz respeito à presença de javalis em zonas urbanas de Setúbal, os eleitos questionaram o executivo sobre as conclusões da reunião realizada a 13 de agosto entre a câmara municipal e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF). O partido pediu esclarecimentos sobre os resultados dessa sessão, informações sobre as medidas concretas e a calendarização prevista para conter o problema e reforçar a segurança dos munícipes.
Na área da mobilidade, António Cachaço e Edgar Jesus referem existir constrangimentos que dizem estar a afetar as populações da Gâmbia, Pontes e Alto da Guerra. No Vale do Cobro, a “supressão da paragem junto ao Intermarché da antiga carreira 12 (atual 4441), que obriga os moradores a deslocações a pé perigosas e sem passeios adequados nem passadeiras”, e em Poço Mouro a “ausência de uma ligação urbana rápida ao centro da cidade, ao Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e à Avenida Luísa Todi, fruto de carreiras e horários desajustados”.
Assim requereram o agendamento urgente de uma reunião de trabalho com a Carris Metropolitana para que possa ser discutido o reajuste dos trajetos e o reforço da segurança pedonal.
Explicam ainda que com base em relatos e denúncias de utilizadores do serviço, pediram os eleitos que existisse uma fiscalização ao transporte de passageiros no Portinho da Arrábida. Segundo os eleitos, foram reportadas situações relacionadas com a falta de informação aos passageiros junto ao estacionamento sobre os pontos de recolha, os operadores e as condições do serviço. Foram ainda referidas “falhas e omissões na emissão de faturas/recibos (incluindo no serviço de buggy, onde dados como NIF foram solicitados sem envio posterior do comprovativo)”.
No comunicado, o Chega esclarece que, “sem imputar previamente ilegalidades”, solicitou diligências junto das autoridades competentes para fiscalizar no terreno o licenciamento dos operadores, as condições de segurança, os preços praticados e o cumprimento da obrigação de emissão de faturas.