Fórum da CIM sobre visão estratégica para a Penínisula de Setúbal já arrancou

Fórum da CIM sobre visão estratégica para a Penínisula de Setúbal já arrancou

Fórum da CIM sobre visão estratégica para a Penínisula de Setúbal já arrancou

Frederico Rosa, Ana Teresa Vicente e Teresa Almeida, abriram a sessão da Comunidade Intermunicipal da Península de Setúbal, que decorre até às 17:30

A criação de uma visão comum para a Península de Setúbal e a definição de prioridades para o desenvolvimento da região marcaram, a sessão de abertura do Fórum “Península de Setúbal – Uma Visão Estratégica para a Região”, que está a decorrer no Cine-Teatro S. João, em Palmela. 

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Na abertura do encontro, o presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Península de Setúbal, Frederico Rosa, defendeu que a região tem de preparar uma nova fase de crescimento, sustentada numa estratégia conjunta. 

“A Península de Setúbal vai ser central no desenvolvimento do país nos próximos 10 anos”, afirmou, defendendo que o território deve deixar de responder apenas às necessidades da Área Metropolitana de Lisboa e passar a desenvolver respostas próprias. 

Entre as prioridades apontadas, destacou a necessidade de reforçar os equipamentos públicos e as infraestruturas. “Já não precisamos só de reconstruir as escolas, precisamos de novas instituições educativas”, afirmou. Na questão dos resíduos, considerou que “não é preciso uma quarta linha de valorização de resíduos na margem norte, precisamos da primeira na margem sul”. 

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Frederico Rosa sublinhou ainda a importância de reforçar as ligações internas da Península de Setúbal, defendendo que “não podemos viver para nos deslocar para a capital, temos de nos deslocar entre nós”. 

Na sua intervenção referiu ainda que o fórum representa apenas o início deste tipo de iniciativas. “Este é o tiro de partida, depois disto vamos ter mais encontros com a região, nas áreas da saúde, educação e outros setores”. 

Também a presidente da Câmara Municipal de Palmela, Ana Teresa Vicente, considerou que o encontro marca o início de uma reflexão coletiva sobre o futuro da região. A autarca afirmou que a sessão “dá o mote para uma reflexão alargada e para se discutir o que queremos para esta região”. 

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Na sua intervenção, defendeu ainda que a Península de Setúbal reúne condições para “se afirmar como uma das principais plataformas logísticas e económicas no espaço europeu”, afirmou, deixando uma mensagem sobre a identidade e as pretensões do território “Não queremos ser apenas um dormitório de Lisboa”. 

Na sessão de abertura interveio ainda a presidente da CCDR-LVT, Teresa Almeida, que destacou o crescimento exponencial da região em número de residentes nos últimos cinco anos, sublinhando que este aumento “merece a nossa visão estratégica”. 

Para a responsável, o desenvolvimento da região dependerá da capacidade de articulação entre os diferentes territórios. “O futuro de Lisboa e Vale do Tejo será tanto mais forte quanto for a nossa capacidade de articular as três geografias da região num único projeto”, referiu, assegurando que a CCDR está disponível para “dar visão, foco e capacidade de execução ao projeto”.

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