BE lança petição contra a privatização das praias da Arrábida

BE lança petição contra a privatização das praias da Arrábida

BE lança petição contra a privatização das praias da Arrábida

Documento conta com mais de 600 assinaturas. José Manuel Pureza vem à Praia de Albarquel no domingo

O Bloco de Esquerda lançou uma petição, que conta mais com 600 assinaturas, para impedir que haja apropriação privada das praias da Arrábida. Além do documento, está marcado para domingo a vinda a Setúbal de José Manuel Pureza, coordenador do BE, para uma ação em defesa das praias da Arrábida.

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“Querem tirar-nos a praia da Albarquel! Areia e tudo!” é o nome da petição que está a circular nas redes sociais, nomeadamente Facebook, e no site Action Network, onde pode ser assinada. Os subscritores falam nas praias da Albarquel, Esguelha, Rainha, Comenda e Rasca e explicam que estas estão a ser impedidas ao uso público.

“É em relação a estas cinco praias, que está em curso uma tentativa de apropriação privada por parte dos proprietários da Herdade da Comenda, através do processo 4833/25.7T8STB, que corre no Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal, tentando alterar os limites da propriedade, para que passe a incluir todas estas praias, com todo o areal até à linha de água”, lê-se em informação enviada a O SETUBALENSE.

Apelam por isso a “todos aqueles que fazem suas estas praias, para que de forma consciente e unida, impeçam mais este roubo de um património público inserido no Parque Natural da Arrábida”.

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Apontam as intenções de privatizar as praias à Seven – Properties mas que os setubalenses estão unidos “na defesa e continuação do usufruto do Parque, volta esta entidade a provocar todos aqueles que desde sempre utilizaram estas praias para seu lazer, considerando-se como os novos donos disto tudo”.

O coordenador dos bloquistas vai estar na manhã do próximo domingo na Praia de Albarquel a promover uma ação de defesa com o nome “As praias da Arrábida são nossas!”, nesta, a petição deverá também ser tema.

“Temos todos que dizer de forma veemente, que estas praias não estão à venda para servir meia dúzia de milionários, remetendo-nos quase para um gueto no período balnear, dificultando ainda mais o acesso a um bem público, veja-se o caso de acesso a Tróia e do preço exorbitante dos bilhetes”, lê-se ainda no mesmo documento.

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