Apelo em defesa da Constituição de 1976 conta com mais de 180 assinaturas

Apelo em defesa da Constituição de 1976 conta com mais de 180 assinaturas

Apelo em defesa da Constituição de 1976 conta com mais de 180 assinaturas

No início de abril o documento contava com 20 assinaturas

Mais de 185 personalidades da região já assinaram um documento de apelo “Em Defesa da Constituição da República Portuguesa – Pelos Valores de Abril”, por ocasião da celebração dos 50 anos da Constituição Portuguesa de 1976.

- PUB -

No início de abril, sendo que a data se celebrou no passado dia 2, o manifesto contava com cerca de 20 assinaturas e o objetivo é salvaguardar alguns direitos fundamentais que constam na constituição.

“A questão do direito à saúde, a questão da paz – que a Constituição tão bem refere nos seus artigos –, a questão do direito à saúde em que toda e qualquer pessoa, independentemente da sua raça, credo ou condições económicas, tem de ter o direito ao Serviço Nacional de Saúde, que importa reforçar, a questão da educação, do direito à escola pública, bem como às questões da segurança social e também às questões do direito ao trabalho, o direito ao pleno emprego, portanto, são tudo questões que devem estar sempre em cima da mesa na construção de um Portugal de progresso”, disse a O SETUBALENSE Luís Leitão, um dos promotores do documento.

Manuela Palma Rodrigues, da Universidade Sénior de Setúbal, Maria João Luís, diretora artística do Teatro da Terra, do Seixal, Mário Serrano, da Plataforma Nacional Pelos Direitos Ciganos e Viriato Soromenho-Marques, professor universitário, são alguns dos novos nomes que constam nas assinaturas.

- PUB -

Contam-se ainda as assinaturas do historiador Alberico Afonso Costa, João Brites, diretor do Teatro O Bando, Maria Jorgete Teixeira, professora e escritora, José Manuel Maia, deputado da Assembleia Constituinte, o encenador José Maria Dias, João Craveiro, do Ateneu Popular do Montijo. Luís Leitão dá ainda exemplos de medidas que deviam estar contempladas no documento que surgiu depois da Revolução dos Cravos e que já sofreu sete revisões e refere “o setor energético dependente exclusivamente de privados, tal como o setor das telecomunicações idem”. “Quando também falamos da Constituição de 76, estamos a falar de setores estratégicos e chaves para a economia portuguesa e que não estão na mão dos portugueses neste momento, mas que já estiveram”, complementa.

Partilhe esta notícia
- PUB -

Notícias Relacionadas

- PUB -
- PUB -

Apoie O SETUBALENSE e o Jornalismo rumo a um futuro mais sustentado

Assine o jornal ou compre conteúdos avulsos. Oferecemos os seus primeiros 3 euros para gastar!

Quer receber aviso de novas notícias? Sim Não