Evento, organizado pela Agência Portuguesa do Ambiente, decorre na Casa da Baía e vai preencher grande parte da tarde
A Casa da Baía recebe, na tarde desta terça-feira, a conferência “Desafios da Gestão da Qualidade do Ar nas Cidades”, organizada pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA) para celebrar o Dia Nacional do Ar.
A abertura do evento está agendada para as 14h30, depois da receção aos participantes, onde se vão contar as intervenções da presidente da Câmara Municipal de Setúbal, Maria das Dores Meira, e o presidente da APA, José Pimenta Machado.
Grande parte da tarde vai ficar reservada para quatro exposições relacionadas com a efeméride estabelecida em 2019 para “destacar a importância da qualidade do ar e sensibilizar a população para a necessidade de proteger o recurso Ar indispensável à vida”, como se explica em informação enviada a O SETUBALENSE.
Assim, o painel será moderado pelo docente da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, Francisco Ferreira e neste vão intervir David Vale, da Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa com “Cidades e ar: um casamento perfeito?”, Luísa Nogueira, da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo com o tema “Desafios da implementação de planos de qualidade do ar”, Pedro Machado, da Transportes Metropolitanos de Lisboa, sobre “Plano metropolitano de mobilidade urbana sustentável (PMMUS) – da conceção à concretização do plano”, e, Filipe Araújo, consultor em transição verde e digital (planeamento estratégico de cidades), que tem uma intervenção sobre “O que a cidade respira sem ver”. Em seguida reserva-se um espaço para debate.
A sessão de encerramento, marcada para as 16h30, vai estar a cargo do secretário de Estado do Ambiente, João Manuel Esteves. No final da sessão os participantes são convidados para um moscatel de honra.
A sessão, que vai ocupar grande parte da tarde, vai ainda ser transmitida no canal do YouTube da APA. “A melhoria da qualidade do ar – condição essencial para a proteção da saúde pública e para a elevação da qualidade de vida – implica uma adaptação e reestruturação das cidades com foco no ser humano, garantindo um ambiente urbano saudável, interligado, seguro e promotor do desenvolvimento social, económico e cultural. Para que as medidas sejam eficazes, é fundamental contar com o envolvimento dos cidadãos e assegurar a interação e articulação entre vários níveis de governação com responsabilidades de planeamento e impacto sobre a gestão do território”, lê-se na mesma informação.