Autarquia apoia continuidade do Projeto Patrulheiros com 100 mil euros

Autarquia apoia continuidade do Projeto Patrulheiros com 100 mil euros

Autarquia apoia continuidade do Projeto Patrulheiros com 100 mil euros

Iniciativa começou em 2014 com o objetivo de implementar atividades de sensibilização e promoção da vigilância dos espaços públicos

A Câmara Municipal de Setúbal aprovou, na passada quarta-feira, a assinatura de um protocolo com a Associação Centro de Bem Estar Social dos Reformados e Idosos de Setúbal que prevê a atribuição de um apoio financeiro anual de 100 mil euros para dar continuidade ao Projeto Patrulheiros.

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O município recorda que o Projeto Patrulheiros teve início em 2014 com o objetivo de “implementar um conjunto de atividades de sensibilização e promoção da vigilância para a correta utilização de espaços públicos” do concelho, como o Parque Urbano de Albarquel, a Avenida Luísa Todi, o Largo de Jesus e o Parque do Bonfim, lê-se em informação enviada a O SETUBALENSE.

“É reconhecida a importância e o sucesso do projeto, quer na perspetiva da sensibilização e promoção de bons hábitos de utilização do espaço público, quer na perspetiva social de integração, ocupação dos tempos livres e promoção da atividade de um conjunto cidadãos seniores e reformados”, sublinha o texto.

A assinatura do protocolo acontece porque a câmara municipal e a associação “assumem a importância e o interesse em dar continuidade ao Projeto Patrulheiros”, enquadrando-se nas competências da autarquia de apoio às atividades do movimento associativo “com vista à participação das pessoas, das associações e das instituições na vida do concelho”.

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De acordo com o documento, os contributos destas entidades são considerados “fundamentais para a construção duma sociedade mais coesa e solidária”, sendo que as autarquias têm vindo a assumir “uma responsabilidade social nestas áreas”, em colaboração com outras entidades, com o objetivo de “facilitar o acesso da população a atividades que visem a promoção do bem-estar, a sociabilização e a ocupação de tempos livres”.

O protocolo, válido até 31 de dezembro e sucessivamente renovável por períodos de um ano, estabelece como obrigações da autarquia a seleção dos candidatos, mediante a apreciação de fichas de candidatura apresentadas pela associação, e a disponibilização aos patrulheiros de um colete sinalizador, do cartão identificativo da função, de telemóveis de serviço e de outros apoios e equipamentos logísticos necessários.

Compete ainda à autarquia sadina promover ações de formação, orientar a atividade dos patrulheiros e indicar as áreas de intervenção, assegurar um seguro de acidentes pessoais, atribuir um subsídio — transferido mensalmente para a associação — correspondente a um valor simbólico de três euros por hora e conceder um apoio mensal de cem euros para despesas administrativas.

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À associação cabe disponibilizar apoio e material administrativo para a atividade, receber as inscrições dos candidatos e remetê-las à autarquia para análise e seleção, entregar aos patrulheiros o subsídio pago pelo município, colaborar no desenvolvimento e acompanhamento do projeto e garantir que cada patrulheiro não realiza mais do que cinco horas diárias de atividade.

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