Município volta a alertar para riscos ambientais no Ecoparque de Palmela e pede medidas urgentes

Município volta a alertar para riscos ambientais no Ecoparque de Palmela e pede medidas urgentes

Município volta a alertar para riscos ambientais no Ecoparque de Palmela e pede medidas urgentes

Situação é hoje analisada no local numa reunião da Comissão Técnica de Acompanhamento

O Município da Moita voltou a manifestar preocupação com os riscos ambientais associados ao Ecoparque de Palmela e exigiu medidas urgentes para proteger o território e a saúde pública. A situação é hoje analisada no local numa reunião da Comissão Técnica de Acompanhamento.

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O executivo municipal reuniu, no último dia 17 de março, com o Conselho de Administração da AMARSUL, empresa responsável pela gestão, tratamento e valorização dos resíduos urbanos dos nove municípios da Península de Setúbal, onde demonstrou grande preocupação quanto à “integridade dos recursos naturais e à salvaguarda da saúde pública”. Em comunicado enviado a O SETUBALENSE, a autarquia da Moita indica que esta reunião teve como objetivo “analisar os recentes incidentes registados no Ecoparque de Palmela e definir medidas urgentes de salvaguarda ambiental”. 

“A salvaguarda do nosso território é inegociável. Exigimos uma resposta célere e técnica às irregularidades detetadas, contando com o empenho de todas as entidades envolvidas para garantir que o Ecoparque cumpre rigorosamente as normas ambientais”, pode ler-se no comunicado da Câmara Municipal. Em causa estão algumas irregularidades encontradas após o recente período de tempestades, no último mês de fevereiro, pelo que, o executivo municipal pede que seja monitorizada a qualidade da água e dos lençóis freáticos, de forma a que exista um “mecanismo de controlo essencial para garantir a proteção ambiental e a segurança da população”. 

Deste encontro saiu a certeza, dada pela AMARSUL, de que ia ser feita uma “avaliação rigorosa” dos impactos das intempéries no concelho. Todos estes impactos e ocorrências foram, segundo a Câmara Municipal, reportados à Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR-LVT). Como resultado, foi agendada para hoje uma reunião da Comissão Técnica de Acompanhamento, coordenada pela CCDR-LVT, que tem lugar no Ecoparque de Palmela para que todas as situações sejam “devidamente identificadas”.

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