Esta é criada ao abrigo de uma candidatura ao Plano de Recuperação e Resiliência, no valor de 50 mil euros
A Unidade Local de Saúde do Arco Ribeirinho (ULSAR) vai criar uma equipa comunitária de suporte em cuidados paliativos para garantir aos doentes a permanência no seu ambiente comunitário e familiar.
Em comunicado, a ULSAR, que integra o Hospital Nossa Senhora do Rosário, no Barreiro, explica que esta Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos é criada ao abrigo de uma candidatura ao Plano de Recuperação e Resiliência, no valor de 50 mil euros.
Este projeto, explica a ULSAR, tem por finalidade a prestação de cuidados paliativos na comunidade, de forma a garantir aos doentes a permanência no seu ambiente comunitário e familiar, preconizando o conforto, a dignidade e a humanização desta prestação.
Com a equipa é dada a possibilidade aos doentes e suas famílias de terem o suporte físico, psíquico, emocional, social e espiritual, necessário e adequado às suas necessidades e etapas, durante o percurso da doença.
De acordo com a Coordenadora do Serviço Integrado de Cuidados Paliativos, Ana Paula Figueiredo, o projeto vai desenvolver-se apoiando os doentes no seu domicílio, nas Unidades de Internamento da Rede Nacional de Cuidados Paliativos e na interface com os restantes cuidados, prestando apoio e aconselhamento diferenciado às Unidades de Cuidados de Saúde Primários e às Unidades e Equipas de Cuidados Continuados Integrados.
“Os cuidados serão garantidos por um grupo multidisciplinar e multiprofissional, trabalhando como uma equipa única e utilizando os protocolos de boas práticas cientificamente estabelecidos”, explica.
A Equipa Comunitária de Suporte em Cuidados Paliativos integra o Serviço Integrado de Cuidados Paliativos, conjuntamente com a Unidade de Internamento em Cuidados Paliativos e a Equipa Intra-Hospitalar de Suporte em Cuidados Paliativos.
O Serviço Integrado de Cuidados Paliativos tem como missão proporcionar cuidados de saúde “rigorosos e humanizados com vista à promoção da qualidade de vida de doentes com doença incurável/avançada”, apoiando igualmente os seus familiares, desde a fase de adaptação à doença até ao luto.
Cabe-lhe também a colaboração com outros profissionais de saúde que prestem cuidados a estes mesmos doentes.