Teatro reina em Palmela ao longo de todo o mês

Teatro reina em Palmela ao longo de todo o mês

Teatro reina em Palmela ao longo de todo o mês

Espetáculos, exposições, oficinas e apresentações literárias, entre outras ações, dão corpo a programa comemorativo do Dia Mundial do Teatro

O teatro centra atenções ao longo deste mês e até abril no concelho de Palmela. Já a decorrer encontra-se um programa vasto e diversificado promovido pela Câmara Municipal, que inclui espetáculos, exposições, oficinas, ensaios abertos, apresentações literárias e ações comunitárias. Em palco mostram-se associações e companhias locais e nacionais.

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As iniciativas dão corpo a um menu preparado em função do Dia Mundial do Teatro, que se assinala a 27 de março. A partir desta quinta-feira e até 31 de março estará patente ao público no Cine-Teatro S. João, em Palmela, a exposição fotográfica sensorial “Além do Reflexo”, da autoria de Rui Assunção e Paulo Simões, em colaboração com a Associação Teatro da Vila. E já a decorrer no Centro Comunitário de Águas de Moura encontra-se a mostra de marionetas “A Água e as Comunidades”, da Mandrágora – Teatro de Marionetas, que poderá ser apreciada até 30 de abril.

Para maiores de 6 anos, o Teatro dos Barris propõe oficinas de teatro nos dias 14, 21 e 28, na Casa Expressões Fantasiarte, em Aires.

No sábado, 14, destaca-se o espetáculo “Sotão”, a cargo do Teatro da Vila, a ter lugar no Auditório Rui Guerreiro, no Pinhal Novo, e no domingo visitas ao Cine-Teatro S. João, dinamizadas pela DançArte – Passos e Compassos, bem como a apresentação, neste mesmo equipamento, do espetáculo tradicional “Bonecos de Santo Aleixo”, pelo Centro Dramático de Évora.

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Para 21 de março está agendado o espetáculo “Vanessa Vai à Luta”, pelo Grupo de Teatro Ensaiarte, nas instalações do Grupo Popular Recreativo Cabanense, e ainda a subida ao palco do Auditório Rui Guerreiro, no Pinhal Novo, do Teatro Sem Dono com a produção “Vai de Improviso”.

Livro, peças e tradição
As comemorações, no dia seguinte, 22, passam pelo Mercado Municipal de Quinta do Anjo, com a realização de um ensaio aberto do espetáculo “25/52 Primaveras”, da RespirArte – Companhia de Teatro da Quinta do Anjo.

Para dia 24, as artes cénicas voltam a mostrar-se no Auditório Rui Guerreiro, no Pinhal Novo, com o Teatro de Montemuro a levar ao palco o espetáculo “Pensão Marilu”, dirigido a maiores de 12 anos.

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No dia 26, o Centro Comunitário Monte Francisquinho, no Pinhal Novo, recebe a sessão “Entardecer no Monte – Vida e Sonho na Literatura Dramática”, orientada por Carlos Alves e promovida pelo Grupo de Teatro Ensaiarte. E nos dois dias seguintes, 27 e 28, ainda no Pinhal Novo, o mesmo grupo terá em cena no Auditório Rui Guerreiro a produção “O Cheiro Fresco e Suave da Neve”.

O Dia Mundial do Teatro, 27 de março, é assinalado com duas iniciativas no Cine-Teatro S. João: a apresentação do livro “Dez Peças, para Criares Comigo”, de Fernando Casaca, e o espetáculo “Potnia Theron”, do Teatro da Terra, interpretado por Maria João Luís (responsável também pela encenação), Sílvia Figueiredo e António Lourenço Menezes. A peça é dirigida a maiores de 12 anos.

A programação comemorativa prossegue nos dias 28 e 29 no Teatro O Bando, no Vale de Barris, com o espetáculo “Entroncamento”, que constitui a apresentação final da Confraria do Teatro.

A tradicional “Queima do Judas” (ver caixa) no centro histórico de Palmela encerrará, no dia 4 de abril, o programa de comemorações do teatro, que é organizado pela Câmara Municipal e pelos grupos cénicos do concelho, em parceria com a Junta da União das Freguesias de Poceirão e Marateca.

Queima do Judas Tradição recuperada há três décadas

A tradição da Queima do Judas em Palmela foi “recuperada pelo município em 1995, no âmbito do Programa Municipal do Teatro, numa parceria com os grupos de teatro e associações locais”, faz notar a autarquia. Esta, sublinha o município, é “uma tradição popular, realizada no Sábado de Aleluia (entre a Sexta-feira Santa e a Páscoa), que simboliza a purificação, a vitória sobre o mal e a punição de Judas Iscariotes pela traição a Jesus”. “É um ritual de origens pagãs, ligado à celebração do equinócio da Primavera e ao início de um novo ciclo de vida”, reforça a edilidade, que explica a importância da iniciativa em termos locais. “Integra na sua organização os grupos de teatro do concelho e tem como objetivo o reforço do compromisso da autarquia com a valorização das artes performativas e o acesso à cultura”, finaliza.

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