Eleitos do PS na AR dizem que “não é aceitável” fecho das urgências do Barreiro

Eleitos do PS na AR dizem que “não é aceitável” fecho das urgências do Barreiro

Eleitos do PS na AR dizem que “não é aceitável” fecho das urgências do Barreiro

Eurídice Pereira entende que o distrito “não pode ser o parente pobre”. Coordenadora distrital do BE pede reversão imediata da medida

Eurídice Pereira considera que “o distrito de Setúbal não pode ser o parente pobre” no que diz respeito à saúde. A deputada do PS eleita pelo Círculo de Setúbal falava após a audição regimental à ministra da Saúde, que decorreu na terça-feira na Assembleia da República.

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“Hoje, com todas as letras, a ministra da Saúde anunciou na Comissão Parlamentar de Saúde que as urgências de Obstetrícia do Barreiro vão mesmo encerrar”, lê-se em informação enviada a O SETUBALENSE. Considera a eleita que “na prática, o distrito de Setúbal, que tem cerca de 900 mil pessoas, passa a ter uma urgência de Ginecologia e Obstetrícia situada na ponta norte do distrito, ou seja, no Hospital Garcia de Orta, em Almada”.

A deputada assegura ainda que esta decisão “vai dar mau resultado, porque se junta a este problema o facto de a Península de Setúbal estar com graves problemas na resposta na emergência pré-hospitalar”.

“Isto não é aceitável”, critica ao mesmo tempo que defende que “o País não pode estar sujeito a esta pressão e o distrito de Setúbal”. Falando sobre as populações dos concelhos do Litoral Alentejano a deputada refere que “numa situação que não seja de absoluta emergência, terão de se deslocar da ponta do distrito sul até Almada, ao Garcia de Orta [onde vão ser concentradas as urgências regionais], que são cerca de 160 km”.

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Já a Comissão Coordenadora Distrital do Bloco de Esquerda em Setúbal considera que a decisão de fechar as urgências no Barreiro é um “ataque direto ao Serviço Nacional de Saúde (SNS) e às populações da região”.

Ao considerar que se trata de uma opção política, e não uma inevitabilidade, consideram que o encerramento faz com que o Governo obrigue “ao encaminhamento de utentes e grávidas para outras unidades, sobrecarregando ainda mais o Hospital Garcia de Orta, que já enfrenta graves problemas de falta de meios, de profissionais e de sobrelotação”.

“Face à gravidade da situação, o Bloco de Esquerda exige que o Governo e as entidades competentes revertam esta decisão de imediato”, lê-se em informação enviada a O SETUBALENSE.

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