Suspensa travessia fluvial entre Seixal e o Cais do Sodré

Suspensa travessia fluvial entre Seixal e o Cais do Sodré

Suspensa travessia fluvial entre Seixal e o Cais do Sodré

A transportadora informou igualmente no seu ‘site’ que a ligação fluvial entre o Montijo e o Cais do Sodré está com constrangimentos por motivos operacionais

A ligação fluvial da Transtejo entre as estações do Seixal e do Cais do Sodré foi interrompida devido às más condições atmosféricas e de mar adversas, segundo informação da empresa atualizada hoje, às 05h50.

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A empresa informa que não é possível prever a retoma do serviço regular, entre Seixal, no distrito de Setúbal, e o Cais do Sodré em Lisboa.

A transportadora informou igualmente no seu ‘site’ que a ligação fluvial entre o Montijo e o Cais do Sodré está com constrangimentos por motivos operacionais, não sendo possível garantir as carreiras previstas no período de ponta da manhã.

“Com o objetivo de minimizar o impacto de supressões e atrasos de carreiras, alguns navios iniciam viagem logo que seja alcançada a lotação máxima de passageiros embarcados, independentemente do horário previsto”, refere a empresa.

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Na quarta-feira, também o transporte regular de passageiros entre Porto Brandão (concelho de Almada e distrito de Setúbal) e Belém, em Lisboa, foi interrompido por tempo indeterminado por não existir acesso rodoviário à localidade, afetada por inundações.

A Transtejo é responsável pelas ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão, no distrito de Setúbal, a Lisboa.

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) advertiu na quinta-feira para um agravamento das condições meteorológicas, que pode ter um impacto significativo na região da Grande Lisboa e na Península de Setúbal.

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Os distritos de Setúbal e Lisboa têm ativos avisos laranja, o segundo mais elevado, para agitação marítima, bem como aviso amarelo para o vento,

Dezasseis pessoas morreram em Portugal continental na sequência da passagem das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até dia 15 para 68 concelhos e anunciou medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

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