Novo edifício tem capacidade para 30 utentes e várias valências. Obra resulta de uma parceria entre o município e a Associação de Paralisia Cerebral de Odemira
O novo Centro de Atividades para a Capacitação e Inclusão (CACI) da Associação de Paralisia Cerebral de Odemira (APCO) vai ser inaugurado esta sexta-feira pelas 15h30, na Quinta da Estrela.
A criação de um edifício próprio para o funcionamento do CACI, anteriormente designado Centro de Atividades Ocupacionais, “é uma antiga ambição da APCO”. “Com as novas instalações será possível melhorar, significativamente, as condições de acolhimento de todos os cidadãos que o frequentam, bem como de todos aqueles que trabalham na Instituição”, refere a informação enviada a O SETUBALENSE.
O novo edifício tem capacidade para 30 utentes e integra três salas de atividades, sala de fisioterapia, sala de convívio, sala de refeições, sala para colaboradores, cinco gabinetes técnicos e um espaço exterior, criando condições adequadas ao desenvolvimento das respostas sociais prestadas pela associação.
Na cerimónia vão estar presentes o presidente da Câmara Municipal de Odemira, Hélder Guerreiro, e da presidente da direção da Associação de Paralisia Cerebral de Odemira (APCO), Manuela Forte.
A concretização deste equipamento resulta de uma parceria com o município de Odemira, que assegurou a elaboração do projeto, a cedência do terreno e o investimento na empreitada, num valor superior a 1,7 milhões de euros, com financiamento da União Europeia, através do fundo FEDER/Portugal 2020.
Este apoio insere-se na estratégia municipal de cooperação com entidades da economia social, área em que a APCO, sendo esta “uma entidade referenciada no trabalho desenvolvido de efetiva inclusão e capacitação social”.
O CACI constitui uma resposta social dirigida a jovens e adultos com idade igual ou superior a 18 anos com paralisia cerebral, situações neurológicas semelhantes ou outras deficiências, cujas capacidades não permitem, de forma temporária ou permanente, o exercício de uma atividade profissional. As atividades desenvolvidas têm como base os Planos Individuais de Inclusão de cada utente e incluem ocupação, terapias, interação com a comunidade e ações socialmente úteis.