“160 jogos pelo Vitória é uma marca que me deixa muito orgulhoso”

“160 jogos pelo Vitória é uma marca que me deixa muito orgulhoso”

“160 jogos pelo Vitória é uma marca que me deixa muito orgulhoso”

Paulo Martins, treinador do Vitória FC, viveu domingo um dia especial na partida com o Moitense em que a sua equipa, depois de ganhar 5-2, assegurou um lugar nos quartos de final da Taça AFS (Associação de Futebol de Setúbal). O facto de ter cumprido o jogo 160 como timoneiro do emblema sadino, tanto na equipa principal como nos ‘bês’ e tanto como adjunto e técnico principal, é um feito que não o deixa indiferente.


Questionado por O SETUBALENSE sobre o que representa ter atingido a marca dos 160 jogos como treinador do Vitória – técnico da equipa B de 2020/21 a 2022/23, adjunto de José Pedro em 2023/24 e como treinador da equipa principal na 2.ª (2024/25) e 1.ª divisão (2025/26) –, Paulo Martins foi perentório. “160 jogos pelo Vitória é uma marca que me deixa muito orgulhoso deste trajeto e, ainda mais, por ser neste clube”.

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O técnico, de 48 anos, revela que pelo facto de atingir um número redondo tornava a vitória sobre o conjunto da Moita ainda mais especial. “Era um jogo que queria muito ganhar, porque foi o jogo 160 que fiz, desde que cheguei ao Vitória, na equipa B e como adjunto, era um jogo muito marcante. É um orgulho enorme representar o Vitória e poder ganhar com este clube”, disse o homem que em 2025 se sagrou campeão da 2.ª divisão e procura em 2026 repetir o feito na 1.ª.


Desde que em 2020/21 chegou ao clube para assumir o comando técnico do Vitória B, Paulo Martins obteve resultados de relevo. “Quem ganha tem todo o mérito de poder continuar e tem sido isso que tem sucedido. Fico muito contente com o meu trajeto desde que foi a minha entrada para a equipa B. Atingimos sempre na equipa B o objetivo da subida (2021 e 2023) e alcançamos a manutenção em 2022 (7.º lugar) numa prova com 20 equipas. Não era um campeonato fácil”, vincou.


Depois do bom trabalho feito com o Vitória B, seguiu-se, em 2023/24, o convite para se juntar como adjunto à equipa técnica da equipa principal. “Depois disso integrei a equipa técnica de José Pedro no Campeonato de Portugal.

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Desportivamente, alcançámos o objetivo da subida”, lembrou, destacando, independentemente do cargo que se ocupe no Bonfim, a “responsabilidade e importância que há em todos os que representam o clube”.

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