O Jogo de futsal entre o Feijó e o Atlético Clube de Portugal relativo à 14.ª jornada da liga feminina, realizado no Pavilhão da Escola Secundária Romeu Correia, que terminou com a vitória da equipa alcantarense por 5-3, ficou marcada por insultos racistas proferidos por um adepto do clube lisboeta para com uma jogadora do Futsal Feijó, neste caso a guarda-redes “Pris”.
A situação, que gerou grande desconforto na equipa, foi prontamente denunciada pelo clube que emitiu um comunicado sobre o assunto.
“Estamos em 2026 e, infelizmente, continuam a existir episódios que envergonham não só o desporto, mas a sociedade em que vivemos. Uma sociedade onde, demasiadas vezes, o respeito, a empatia, a solidariedade e o amor deixam de coexistir. Não é admissível que alguém seja ofendido de forma gratuita, seja por que motivo for – muito menos pela sua cor”.
Na comunicação feita o Futsal Feijó considera que o episódio é triste, vergonhoso e profundamente lamentável.
“Depois de, em 2025, Portugal ter alcançado o topo do futsal feminino a nível mundial [hoje, dia 25 de janeiro de 2026], o futsal feminino português viveu um episódio triste, vergonhoso e profundamente lamentável. Um episódio triste, marcado por um ato de cobardia que ultrapassou todos os limites do que é aceitável. Hoje [domingo] foi, sem dúvida, um dia negativo para o futsal feminino português. Uma promessa podemos deixar bem clara: nós, Futsal Feijó, não nos calaremos”.