Plano e Orçamento do Seixal para 2026 inscreve população no centro da ação política

Plano e Orçamento do Seixal para 2026 inscreve população no centro da ação política

Plano e Orçamento do Seixal para 2026 inscreve população no centro da ação política

Seixal “afirma-se como um território que cresce, que investe, que planeia e que concretiza”, diz Paulo Silva

A Assembleia Municipal do Seixal aprovou as Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2026, confirmando assim o que já tinha acontecido na reunião de câmara de 12 de dezembro.

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Este documento, contempla objetivos práticos que “colocam as populações no centro da ação política, a defesa do Poder Local Democrático, a proteção dos serviços públicos, a valorização do trabalho, a promoção da justiça social e a orientação do desenvolvimento económico para o interesse coletivo”, refere a Câmara Municipal.

Segundo o presidente da Câmara do Seixal, Paulo Silva, “face a uma realidade nacional marcada pela estagnação e pela desigualdade”, o concelho do Seixal “afirma-se como um território que cresce, que investe, que planeia e que concretiza, demonstrando, ano após ano, que existe alternativa e que é possível governar para as pessoas, com rigor financeiro, equidade e visão de futuro”.

Indica a autarquia que entre os principais objetivos, a curto e médio prazo, “destaca-se o forte compromisso com a expansão e modernização da rede educativa e de cuidados de saúde, incluindo a construção de novas creches, consideradas fundamentais para apoiar as famílias e garantir melhores condições para a primeira infância”. 

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O documento prevê ainda “novas escolas e intervenções de requalificação nos estabelecimentos de ensino já existentes, assegurando respostas adequadas ao crescimento demográfico”.

Entretanto, estão em curso as obras de “ampliação e requalificação da Escola Básica de Arrentela, bem como o início previsto de obra da EB Quinta do Conde de Portalegre e o desenvolvimento dos procedimentos de ampliação da EB Bairro Novo e a construção do novo Jardim de Infância do Fogueteiro”. Está também prevista a “construção de novas escolas do 1.º ciclo e do ensino pré-escolar em Fernão Ferro (Pinhal do General e Lagoas), Foros de Amora e Corroios”.

Quanto ao sector da saúde, as Grandes Opções do Plano e Orçamento para 2026 consideram o avanço de projetos “determinantes”, como é o caso da construção de novas unidades de saúde, nomeadamente a Unidade de Saúde de Paio Pires e a Unidade de Saúde dos Foros de Amora, além da ampliação da Unidade de Saúde de Fernão Ferro, “reforçando a capacidade de atendimento e aproximando os cuidados primários das populações”, afirma Paulo Silva.

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Salientando o bom uso dos financiamentos europeus, diz o autarca que “a execução exemplar de fundos comunitários, nomeadamente ao abrigo do PRR – Plano de Recuperação e Resiliência (em que o Seixal se destaca como o município com melhor taxa de execução na Área Metropolitana de Lisboa) e do PT 2030, viabilizando intervenções estruturantes como atesta a construção da Escola Básica das Lagoas, a melhoria da eficiência energética nos Serviços Centrais da câmara municipal, a construção do Centro Cultural José Saramago e diversos investimentos em espaços públicos”.

Paulo Silva sublinha ainda que, “apesar das dificuldades sentidas no País, o município mantém uma trajetória sólida de crescimento, investimento e dinamismo económico, destacando-se pela vitalidade do seu tecido empresarial, pela atratividade para novos investimentos e pela sua crescente relevância no contexto metropolitano e nacional”.

Com isto, vinca que pretende continuar a governar “assente numa gestão financeira rigorosa, no aproveitamento eficiente dos instrumentos de financiamento disponíveis, nomeadamente o PRR, e numa forte capacidade de execução, num contexto nacional e internacional particularmente exigente, marcado por fortes pressões económicas, sociais e financeiras que afetam de forma significativa a vida das populações”.

Referindo-se ao tecido empresarial no concelho, afirma que este continua a revelar “bons indicadores de crescimento e sustentabilidade, onde, apesar de predominarem as pequenas e médias empresas, existe também um número significativo de grandes empresas que geram bastante valor acrescentado devido à criação de muitos postos de trabalho”.

E acrescenta: “O número de empresas aqui sediadas representa mais de 20% do total de empresas da península de Setúbal. Este dinamismo económico tem sido acompanhado por uma política municipal que valoriza o investimento público, reforça a coesão territorial, melhora os serviços essenciais e concretiza projetos estruturantes nas áreas da educação, saúde, habitação, mobilidade, ambiente, cultura e proteção social”.

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