23 Maio 2024, Quinta-feira

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Salas de audiências no Tribunal do Seixal inoperacionais depois de chover no interior  

Salas de audiências no Tribunal do Seixal inoperacionais depois de chover no interior  

Salas de audiências no Tribunal do Seixal inoperacionais depois de chover no interior  

Sindicato dos Funcionários Judiciais reclama obras urgentes de requalificação no edifício

 

Infiltrações dentro do Tribunal do Seixal levaram a que chovesse dentro de salas de audiência no primeiro andar do espaço, tornando-as inoperacionais para a realização de audiências . Imagens mostram a água da chuva a cair dentro de salas de audiência do Tribunal através da iluminação no tecto. O Sindicato dos Funcionários Judiciais diz que estas infiltrações ocorreram na semana do Natal e reclama obras urgentes de requalificação neste tribunal. O ministério da Justiça avança, no entanto, que as fotografias dizem respeito ao ocorrido ainda esta quarta-feira, na sequência de trabalhos de reabilitação que decorrem na cobertura e que foram afectados pela elevada precipitação acabando “inadvertidamente, por entrar água nas instalações do tribunal”.

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De acordo com António Marçal, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais, “as infiltrações aconteceram na noite anterior à visita da ministra da Justiça ao Tribunal no final do ano passado, e o que levou a que esta visita não acontecesse, porque a Ministra é exímia a fugir quando as coisas não são do seu agrado”.

Actualmente, decorre uma obra reabilitação da cobertura, juntas de dilatação e outras reparações pontuais e que, de acordo com o ministério da Justiça, foi tida como uma das “prioritárias pela área governativa da Justiça”. A obra tem um custo de 348 mil euros, já começou e foi no decorrer da mesma que ocorreram as infiltrações que o Ministério garante terem sido na quarta-feira.

O Sindicato dos Funcionários Judiciais critica o Governo por não intervir no Tribunal do Seixal. “Há problemas de climatização, calor intenso no Verão e frio no Inverno, bem como o estado geral de conservação do edifício”, avança António Marçal, acrescentando que as intervenções na cobertura não são suficientes.

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