Almada decreta Situação de Alerta no concelho devido ao mau tempo

Almada decreta Situação de Alerta no concelho devido ao mau tempo

Almada decreta Situação de Alerta no concelho devido ao mau tempo

Foram identificadas situações de instabilidade em encostas e taludes, bem como edifícios e outras construções em situação de risco, com potencial ameaça à segurança de pessoas e bens

A Câmara Municipal de Almada decretou Situação de Alerta no concelho até ao dia 13 de fevereiro, na sequência das condições meteorológicas adversas registadas em todo o território nacional.

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Segundo a autarquia, foram identificadas situações de instabilidade em encostas e taludes, bem como edifícios e outras construções em situação de risco, com potencial ameaça à segurança de pessoas e bens.

Numa nota hoje divulgada, a Câmara Municipal de Almada explica que a Situação de Alerta poderá ser renovada e que a decisão “tem como principal objetivo reforçar as medidas de prevenção e proteção de pessoas e bens, bem como garantir uma resposta mais eficaz por parte dos serviços municipais e das entidades de proteção civil durante este período de grande incerteza meteorológica”.

Para sexta-feira está marcada uma reunião extraordinária da Comissão Municipal de Proteção Civil para decidir se será ativado o Plano Municipal de Emergência da Proteção Civil.

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“Durante o período de vigência da Situação de Alerta, a Câmara Municipal de Almada apela à colaboração da população no cumprimento das recomendações das autoridades”, salienta a autarquia.

Em Almada pelo menos 35 pessoas tiveram de ser retiradas de casa, entre as quais 22 idosos de um lar, devido a deslizamentos de terra ou galgamento costeiro, disse hoje a presidente da autarquia.

Em conferência de imprensa realizada na quarta-feira, a autarca, Inês de Medeiros, explicou que os deslizamentos de terra nas arribas são uma das grandes preocupações.

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As zonas de São João e Santo António, na Costa da Caparica, são onde têm ocorrido os maiores deslizamentos de terra, “sem danos de maior”, tendo as pessoas sido convidadas a sair.

Doze pessoas morreram em Portugal desde a semana passada na sequência da passagem das depressões Kristin e Leonardo, que provocaram também muitas centenas de feridos e desalojados.

A destruição total ou parcial de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o fecho de estradas, escolas e serviços de transporte, e o corte de energia, água e comunicações são as principais consequências materiais do temporal.

As regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo são as mais afetadas.

O Governo prolongou a situação de calamidade até 15 de fevereiro, abrangendo 68 concelhos, que irão beneficiar de medidas de apoio até 2,5 mil milhões de euros.

A situação de calamidade em Portugal continental foi inicialmente decretada entre 28 de janeiro e 01 de fevereiro para cerca de 60 municípios, tendo depois sido estendida até ao dia 08 de fevereiro para 68 concelhos, voltando hoje a ser prolongada até 15 de fevereiro.

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