6 Outubro 2022, Quinta-feira
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Cinco concertos de música erudita num festival em espaços inusitados no concelho

Edição deste ano abre um novo ciclo com a programação a ser dedicada ao “Tempo”. Os concertos são gratuitos

 

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“O Sons de Outono – Festival de Música de Almada”, que começa já este sábado e termina a 1 de Outubro, vai passar por cinco palcos do concelho e dar início a uma nova trilogia. A 23ª edição (2022) é a primeira da programação “Tempo”, e estreia um ciclo que em 2023 é dedicado ao tema “Modo” e “Palavra” em 2024.

Sempre aos fins de tarde de sábado, 19h00, o festival que conta na organização com a colaboração da Câmara Municipal de Almada desde 2009, e que começou por se designar de “Sons de Almada Velha”, proporciona cinco concertos gratuitos, mediante a lotação dos espaços, numa viagem desde o Medieval até ao Contemporâneo.

O primeiro concerto é já no dia 3 de Setembro, dedicado ao Barroco, no Salão de Festas da Incrível Almadense, com actuação da orquestra Real Câmara, dirigida pelo maestro Enrico Onofri. Segue-se o concerto de 10 de Setembro no Salão das Carochas, dedicado ao Clássico e Romântico, com o Quarteto Prana a fazer entoar Haydn, Beethoven e Schubert.

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A 17 de Setembro, o Salão Dourado no Solar dos Zagallos recebe a actuação dedicada ao tempo Contemporâneo peloTrio Touchez e, a 24 de Setembro, na Ermida de São Sebastião, vão ouvir-se sonoridades do Barroco, Romântico, Impressionista e Moderno através das harpistas Carolina Coimbra e Beatriz Cortesão.

A música Medieval fecha o ciclo deste ano, com uma exibição na Igreja da Misericórdia, vai actuar a mezzo soprano Katalin Károlyi.

Este ciclo vem na sequência de uma programação que em 2019 foi dedicada à “Vontade”, em “2020 ao “Conhecimento” e em 2021 teve por tema o “Destino” numa inspiração na primeira viagem à volta do mundo feita por um português. “O Sons de Outono consagrou se, em plena pandemia, como um dos poucos festivais de música em Portugal que não sofreu interrupções”, destaca a autarquia almadense.

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Explicando o tema do “Tempo”, o director artístico do Festival de Música de Almada, Fernando Pêra, leva o público a “uma cronologia da história da música, abrangendo em cada concerto uma época diferente, do Medieval ao Contemporâneo”.

E acrescenta: “É também o mote de inspiração e reflexão que gostaríamos de proporcionar através dos concertos em [O Sons de Outono]. Com destaque para a apreciação do tempo rítmico e dos vários andamentos, ou movimentos, que definem a velocidade da música há vários séculos, propomos uma analogia com as nossas vidas. Sentir o tempo que desejamos ver chegar ou o tempo que perdemos, que deixamos passar… Pensar no controlo ou descontrolo do tempo que é, ou foi, só nosso. No tempo desperdiçado. No tempo de guerra, no tempo de vida ou simplesmente na medição do tempo, base de inspiração para a programação deste este ano”.

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