16 Maio 2022, Segunda-feira
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Santa Casa da Misericórdia de Alcácer vai ter residência para dependentes das mais modernas do país

Nova Residência José Godinho Jacob está quase pronta e município apoia compra do equipamento

 

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A Santa Casa da Misericórdia de Alcácer do Sal prepara-se para inaugurar uma residência para pessoas dependentes que, segundo o presidente da Câmara Municipal, Vítor Proença, será “um equipamento do mais moderno que o país vai ter”.

A Residência José Godinho está a ser objecto de uma profunda remodelação, numa obra financiada pelo Programa Alentejo 2020 e pelo Fundo Rainha D. Leonor, que se encontra em fase de conclusão.

A aquisição do equipamento interior, como mobiliário, vai ter apoio financeiro da Câmara de Alcácer do Sal, que aprovou a atribuição de 70 mil euros à Santa Casa. O apoio foi aprovado por unanimidade na reunião de câmara desta quinta-feira e vai ser entregue em duas tranches de 35 mil euros.

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Na reunião do executivo municipal foi também aprovada a prorrogação do prazo para a concretização da transferência de competências, do Estado central para o município, no domínio da acção social.

Esta transferência, que estava agendada para dia 1 de Abril próximo, foi adiada para dia 1 de Janeiro de 2023 porque, segundo explicou o presidente da Câmara Municipal, o processo está atrasado por falta de informação necessária.

“A Segurança Social ainda vai ter que dizer quem é abrangido e outras informações”. Esta prorrogação vai agora ser submetida à Assembleia Municipal.

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Já a transferência de competências na área da Educação “está a rolar”, revelou também o autarca comunista. “Já há alguma informação, mas ainda falta esclarecer algumas questões”, disse Vítor Proença.

Espectáculos e árvores da Rua Arlindo Passos dividem CDU e PS

A reunião da Câmara Municipal desta quinta-feira ficou marcada por um debate mais aceso entre PS e CDU sobre dois temas que acabaram aprovados apenas com os votos da maioria.

A alteração da programação do Auditório Municipal, que passa a ter espectáculos pagos uma vez por mês, gerou críticas do PS na parte relativa ao acesso pago. Clarisse Campos (PS) felicitou a alteração da programação, mas mostrou-se contra o pagamento de bilhete para alguns espectáculos.

“Neste momento em que se pretende a volta do público aos eventos culturais, achamos que cobrar 3 euros não é a forma de proporcionar o acesso à cultura”, disse a socialista que apontou a recente redução do bilhete de acesso à Cripta Arqueológica como uma contradição.

Vítor Proença (CDU) respondeu que são “coisas diferentes”, que a cripta recebe visitantes de fora do concelho, cujas visitas contribuem para dinamizar a economia de Alcácer, ao almoçarem e ou comprarem no comércio local e que a cobrança de um bilhete de 3 euros nalguns espectáculos no Auditório Municipal visa oferecer à população a possibilidade de trazer à cidade artistas que, em Lisboa ou noutras cidades, implicam o pagamento de bilhetes de 15 ou 20 euros.

Sobre a proposta de rearborização da Rua Arlindo Passos, o PS contestou a necessidade de abate de árvores se não estiverem doentes ou em perigo de queda. Clarisse Campos defendeu que a zona em causa tem passeios suficientemente grandes para permitir uma boa mobilidade.

Vítor Proença garantiu que a requalificação da rua está a ser coordenada por uma arquitecta-paisagista do município que é sensível à defesa “de cada árvore” e que o abate será sempre a última das opções. O presidente da Câmara disse ainda que, no final da intervenção, a rua vai ficar com mais árvores e mais sombra.

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