22 Outubro 2021, Sexta-feira
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Forte de Albarquel ‘renasce’ amanhã desarmado e virado para a cultura

Depois de vários anos ao abandono, a defesa de costa na Arrábida foi recuperada pela Fundação Helen Hamlyn Trust e a autarquia 

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A cerimónia de inauguração do renovado Forte de Albarquel, na Arrábida, está marcada para amanhã, às 11h00, e abre a porta a mais um espaço museológico e área de fruição de artes, no concelho de Setúbal. O projecto de recuperação decorreu ao abrigo de acordos e da Lei do Mecenato.

Os trabalhos de restauração da antiga fortificação militar, centraram-se sobretudo no interior do imóvel, e contaram com a participação financeira da Fundação Helen Hamlyn Trust – uma inglesa “apaixonada por fortes e por Setúbal”, como já disse a presidente da Câmara, Maria das Dores Meira –, e outra parte da intervenção assumida pela autarquia, nomeadamente no acompanhamento e fiscalização da operação. No total a intervenção terá chegado aos 2 milhões de euros.

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As obras, que tiveram início em Agosto de 2019, resultaram depois do Forte de Albarquel, equipamento do Ministério da Defesa e que esteve ao abandono durante vários anos, ter sido cedido, gratuitamente, pelo Estado à autarquia setubalense, em 2015, e por um período de 32 anos.

“Por se tratar de um edifício com elevado valor patrimonial, a opção do gabinete de arquitectura, responsável pelo projecto de reabilitação, focou a prioridade no interior do imóvel, no qual foi necessário conduzir um delicado conjunto de acções de restauro e concretizar novas soluções estruturais”, refere a autarquia.

Implantado numa área com 7 800 metros quadrados, na linha de costa da Praia de Albarquel, o Forte, com o mesmo nome, na margem direita da foz do rio Sado, integrou, a partir do século XVII, a linha defensiva do trecho do litoral que se estendia entre Setúbal e Sesimbra e funcionou como complemento do Forte de São Filipe na protecção da povoação marítima sadina.

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A fortaleza foi projectada em 1642, no contexto da Guerra da Restauração da Independência portuguesa, quando D. João IV procedeu a uma ampla remodelação da estratégia defensiva de Portugal, à qual não foi alheia a protecção da barra do Sado.

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