1 Agosto 2021, Domingo
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Megaprojecto de audiovisual a caminho de Vale do Alecrim

O investimento vai ser apresentado amanhã pelo município e pelos promotores. Só a primeira de três fases de construção custa 175 milhões e deverá criar um total de 1 600 postos de trabalho

 

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O Vale do Alecrim vai acolher a instalação do “Centro Internacional do Audiovisual – Palmela”, cuja primeira de três fases de execução está orçada em 175 milhões de euros. O projecto vai ser apresentado já amanhã, a partir das 17h00, no Cine-Teatro S. João, depois de na última quarta-feira o executivo municipal ter aprovado, por unanimidade, o protocolo com a empresa FreshWisdom Unipessoal Lda. para a implementação do equipamento.

Só a primeira fase de construção deverá criar “500 postos de trabalho directos e 1 100 indirectos” e está prevista arrancar “no último trimestre de 2022” para ficar concluída “até 2025”, revela a autarquia com base no documento votado na última reunião do executivo. Depois serão executadas as outras duas fases do projecto, que o município considera “estruturante” para o concelho e para a região.

O “Centro Internacional do Audiovisual – Palmela” deverá, sublinha a edilidade, “ser entendido como um ‘cluster’ da indústria multimédia”. Está “integrado num conceito mais vasto de investigação, desenvolvimento e criação, que permitirá, inclusivamente, o nascimento, a consolidação e a satelização de outras indústrias e actividades”, resume o município, que aponta exemplos de potenciais actividades a gerar pelo futuro centro. “Educação/formação de actores, realizadores, técnicos, entre outros; caracterização e guarda-roupa; robótica e efeitos especiais, cenarização e infra-estruturas; som, iluminação e fotografia, além do desenvolvimento do sector do turismo”, enumera.

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A criação deste equipamento, reforça a edilidade, “oferece características excepcionais de fixação e crescimento para os investidores – quer do ponto de vista físico e infra-estrutural quer económico – e irá contribuir para o desenvolvimento harmonioso da região, através da diversificação da actividade económica e da promoção da inovação, do empreendedorismo e do emprego”.

O projecto, destaca ainda o município, “enquadra-se na Estratégia Palmela 2030, que procura elevar o concelho a um patamar de excelência” e insere-se “no quadro da criação a médio e longo prazo do Parque Tecnológico Palmela”. Este parque tecnológico “tem por base um conceito de ‘smart city’, segundo a lógica de Silicon Valley, assente num processo de ‘living lab’, com o envolvimento dos vários ‘stakeholders’ e onde a tecnologia procurará encontrar as melhores soluções para os diferentes desafios e dinâmicas do século XXI”, lembra a autarquia, a concluir.

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