12 Agosto 2022, Sexta-feira
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PSD vai entregar no Parlamento projecto-lei para proteger vítimas de bullying em contexto escolar

Rui Rio visita escola no Seixal onde estudam os jovens envolvidos no caso de bullying que culminou com o atropelamento do agredido

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O PSD vai entregar na Assembleia da República um projecto-lei com vista a proteger os jovens vítimas de agressão ou assédio em contexto escolar. O documento, que deverá ser entregue dentro de duas ou três semanas no Parlamento, pretende “ajudar a resolver este tipo de situações”, disse Rui Rio depois de ter reunido com o pai do jovem que foi atropelado, no dia 27 de Maio, quando era alvo de bullying dos colegas.

“É muito difícil legislar neste domínio”, acrescentava o líder social-democrata, depois de ter reunido também com a directora do agrupamento escolar, na Escola Básica Dr. António Augusto Louro, a que pertencem os alunos envolvidos neste caso.

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Na tarde da passada terça-feira, Rui Rio esteve no Seixal para se inteirar do caso de bulling que envolveu alunos da António Augusto Louro, tendo reunido com o pai do jovem que acabou por ser atropelado na sequência dos acontecimentos.

No encontro, que decorreu num restaurante na zona histórica da cidade, o líder do PSD ouviu o pai do jovem queixar-se sobre a “incapacidade da lei”; porque: “bateu à porta da polícia, à porta da escola, e até lhe deu a impressão que queriam proteger a agressora”.

Em seguida, Rui Rio dirigiu-se ao estabelecimento de ensino, onde conferenciou com a direcção do mesmo durante cerca de hora e meia, ficando depois à disposição dos órgãos de comunicação social, que o esperavam no exterior.

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“Relataram-me os factos do episódio, que poderia ter tido consequências bem piores”, esclareceu. Aliás, por “nossa parte, queríamos apenas colher informações, saber da experiência do pai e da escola para fazermos o que nos for possível em termos legais”, ou seja, saber o que “é preciso para combatermos melhor o bulling”.

Rio ficou ainda a saber da parte da direcção da escola que o processo disciplinar estava pronto, faltando-lhe apenas a reunião final.

“Como se vê, não demorou muito”, comentou. O processo pode concluir pela transferência dos prevaricadores – porque não há apenas a agressora, a mais visível – para outra escola, o que “pode não se consubstanciar ou demorar muito tempo”. Depois, continuou Rui Rio, a “indicação do novo estabelecimento escolar cabe ao director”, o que complica as coisas, porque “cada director sabe é da sua escola”.

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