27 Janeiro 2022, Quinta-feira
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Garcia de Orta aumenta camas nos cuidados intensivos mas já só tem uma livre para doentes Covid

De um total de 28 camas de cuidados intensivos, 19 são destinadas a doentes com Covid. Internados no hospital com a doença estão 123 pessoas: 105 em enfermaria e 18 na referida UCI

 

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O Hospital Garcia de Orta (HGO) aumentou a capacidade de resposta com a abertura de mais quatro camas de cuidados intensivos, passando agora a contar com 28 no total, mas apenas tem uma livre para doentes com Covid-19.

Em comunicado, a unidade hospitalar explica que 19 das 28 camas “destinam-se ao tratamento de doentes positivos para a infecção por SARS-CoV-2” e que as restantes são para “doentes “não Covid”. E admite a possibilidade de vir a “estabelecer protocolos com unidades privadas de saúde para a contratualização de camas de cuidados intensivos”, caso venha a verificar-se essa “necessidade adicional e uma vez esgotada a capacidade de articulação regional”.

Para já, apenas está vaga uma cama de cuidados intensivos para doentes com Covid-19. “Hoje, 8 de Janeiro, no que respeita aos internamentos de doentes positivos por infecção por SARS-CoV-2, o HGO regista um total de 123 doentes, dos quais 105 [estão] internados em enfermaria e 18 em Unidade de Cuidados Intensivos (UCI)”, lê-se no mesmo comunicado.

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A unidade hospitalar adianta que “nas últimas oito semanas tem mantido uma média diária de 90 a 100 camas destinadas a adultos positivos para Covid-19, em enfermaria”.

Ao mesmo tempo alerta: “Ao longo dos últimos meses, o HGO tem sido alvo de uma ‘pressão’ assistencial adicional que se mantém elevada. No que concerne à pandemia, assiste-se no HGO a uma situação de plateau, considerando sempre um número elevado de casos, compatível com o máximo da nossa capacidade de resposta.”

A unidade hospitalar revela que está “no Nível III” do seu plano de contingência, o qual “previa inicialmente um total de 66 camas em enfermaria e nove de cuidados intensivos, destinadas a doentes positivos para SARS-CoV-2”. E junta que tem sido um dos hospitais da região de Lisboa e Vale do Tejo “com mais doentes positivos para a Covid-19 internados em enfermaria”.

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Em jeito de balanço, desde o início da pandemia, o hospital salienta as várias medidas que tem vindo a adoptar para “dar resposta e melhorar o acesso à prestação de cuidados”, para todos os doentes.

“No Serviço de Medicina Intensiva investiu na criação de seis quartos individuais de pressão negativa que permitem uma gestão flexível, de acordo com as necessidades ‘Covid-19’ e ‘não Covid-19’”, realça a unidade hospitalar. Outra das medidas passou pela transformação da Unidade de Cirurgia de Ambulatório em Unidade de Cuidados Intensivos para responder a casos de doentes com Covid-19.

A terminar, o hospital lembra que “foram aumentados os recursos humanos da Unidade de Cuidados Intensivos” e realizadas obras nesta mesma unidade, no valor de 400 mil euros, que permitiram criar “novos quartos de isolamento”. A referida unidade beneficiou ainda de um investimento superior a “meio milhão de euros em equipamento”.

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