18 Maio 2022, Quarta-feira
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Crowdfunding: Fundadores de fundação amiga de Setúbal dão força a campanha do jornal

Angariação de fundos atingiu ontem os 25% do objectivo mensal

 

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A acção de crowdfunding, recolha de fundos, que O SETUBALENSE tem em curso, registou ontem o seu dia mais forte, desde que arrancou na segunda-feira, graças à contribuição de vários particulares e ao generoso donativo dos fundadores da Fundação Buehler-Brockaus.

Marion Buehler Brockhaus e Hans-Peter Buehler doaram dois mil euros que, juntamente com o contributo de vários particulares, permitiram que a campanha garantisse, ontem, um quarto (25%) do objectivo mensal.

Desde que foi lançada publicamente, na segunda-feira, até ao final do dia de ontem, tinham sido angariados 3.752,00 euros, o que corresponde a 25% dos 15 mil euros pretendidos para o corrente mês de Abril.

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A segunda maior doação, de mil euros, foi feita, na terça-feira, por um empresário, da cidade de Setúbal, que pediu anonimato.

Até ao fecho desta edição, a plataforma registava a contribuição de quase três dezenas de pessoas, individuais e colectivas. O jornal agradece a todos e vai continuar a dar informação regular sobre o andamento da campanha.

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Para mais informação veja o anúncio no site d’O SETUBALENSE ou entre na plataforma da PPL Crowdfunding Portugal, onde está a decorrer, através do link ppl.pt/causas/osetubalense. Nesse endereço encontra toda a informação sobre os objectivos e a forma de participar.

Esta iniciativa visa garantir a publicação do jornal durante dois meses, através do apoio dos leitores e da comunidade em geral.

Reconhecimento à Fundação Buehler-Brockhaus

O reconhecimento do jornal, à acção desta fundação a favor da cidade, tinha sido expresso, através de um editorial publicado em Outubro, assinado pelo director, Francisco Alves Rito, que reproduzimos abaixo.

A Fundação Buehler-Brockhaus, criada por um casal de alemães que adoptou Setúbal como sua cidade de residência, em 2008, anunciou o fim da actividade, após dez anos de forte apoio ao desenvolvimento artístico, cultural e até social, local e regional.

Durante uma década, a fundação doou alguns milhões de euros em sete esculturas – em pontos distintos da cidade, como os Golfinhos, na Rotunda do Alegro, Zéfiro, no Monte Belo, ou as Sardinhas, nas Fontainhas – mas também em apoio a obras de arqueologia e restauro – do Fórum Luísa Todi ao Convento de Jesus, passando pelo Mercado do Livramento ou a requalificação da Doca de Pesca – e até de subsídios, prémios e ofertas em géneros a várias colectividades e organizações culturais, como a LASA, o Festróia ou as companhias de teatro e dança.

A mão amiga deste invulgar casal não se ficou apenas pela cidade, tendo chegado, por exemplo, a Alcácer do sal, através da compra de instrumentos musicais para a Sociedade Filarmónica Visconde de Alcácer.

Esta generosa prática chegou agora ao fim, anunciado pelos fundadores, que agradecem o apoio da Câmara Municipal de Setúbal.

Dizem que a cidade “tinha todos os requisitos para ser o sítio certo onde o apoio poderia ser bem-vindo”. E esperamos que realmente tenha sido.

O motivo do fim da fundação não é explicado, nem é necessário que seja para efeitos da devida gratidão colectiva. Setúbal, e os setubalenses, saberão certamente guardar memória desta tão invulgar e relevante dádiva e um espaço no coração para os seus generosos protagonistas.

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