2 Dezembro 2022, Sexta-feira
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Greve vai parar ligações no Tejo nos próximos dois dias nas horas de ponta

Os trabalhadores da Transtejo vão fazer uma greve parcial na terça e quarta-feira para contestar problemas nas embarcações e a revisão do Acordo de Empresa, o que deverá afectar as ligações fluviais no rio Tejo.

“Por motivo de greve parcial, convocada por diversas organizações sindicais representativas dos trabalhadores da Transtejo, não será possível garantir o serviço regular de transporte fluvial nos dias 28 e 29 de Março”, refere o grupo Transtejo em comunicado.

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As ligações do Seixal, Montijo, Cacilhas e Trafaria/Porto Brandão com Lisboa vão ser afectadas, em especial, nos períodos das horas de ponta da manhã e da tarde.

“Durante os períodos de greve, os terminais e as estações estarão encerrados, por motivos de segurança. Agradecemos a sua compreensão e lamentamos os inconvenientes que esta paralisação possa causar”, acrescenta a empresa.

Nos dias de greve, a ligação entre o Montijo e o Cais do Sodré apenas deve começar a efectuar-se depois das 09:15, sendo esperado que na tarde voltem a parar a partir das 16:30 até às 20:15.

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Na carreira entre Cacilhas e o Cais de Sodré, as ligações devem começar pelas 11:00 e funcionam até às 16:45, hora em que voltam a parar até cerca das 20:14.

Já na ligação fluvial entre o Seixal e o Cais de Sodré, os barcos devem começar a funcionar às 09:15 e depois voltam a parar entre as 16:45 e as 20:15, enquanto na ligação da Trafaria/Porto Brandão com Belém as embarcações circulam a partir das 09:40 até às 16:00, sendo retomadas novamente às 20:30.

A greve vai afectar também as últimas ligações da noite e da madrugada de todas as ligações. Existem serviços mínimos decretados, mas que passam pela realização de apenas uma carreira nas ligações de Cacilhas, Montijo e Seixal.

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Os trabalhadores da Transtejo decidiram avançar para uma greve de dois dias, durante três horas por turno, devido a problemas nas embarcações e ao processo de revisão do Acordo de Empresa.

Carlos Costa, do Sindicato dos Transportes Fluviais Costeiros e Marina Mercante, afecto à Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (FECTRANS), explicou, após o plenário em que se decidiu avançar para a greve, que os trabalhadores estão preocupados com o processo de revisão do Acordo de Empresa e com o estado das embarcações.

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