O distrito de Setúbal no centro das decisões do futuro

O distrito de Setúbal no centro das decisões do futuro

O distrito de Setúbal no centro das decisões do futuro

31 Março 2026, Terça-feira
Deputada do PS

Num momento particularmente exigente para o país, o recente Congresso do Partido Socialista marcou o início de um novo ciclo político. Como afirmou José Luís Carneiro, “estamos vivos”. E estamos vivos com uma responsabilidade acrescida: apresentar respostas sérias aos problemas concretos das pessoas.


Mas este Congresso teve um significado especial para quem vive e trabalha no distrito de Setúbal. Não foi apenas um momento interno; foi um espaço onde se discutiram, de forma clara, muitas soluções que continuam por chegar ao país, e que, no nosso distrito, se sentem com particular intensidade.

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A dificuldade em encontrar casa, os transportes que não chegam, as respostas que tardam na saúde, quem vive no distrito de Setúbal conhece bem esta realidade. E não a conhece por acaso, mas porque há demasiado tempo espera respostas que continuam a não chegar.


Estes problemas não são abstratos. Sentem-se todos os dias: na dificuldade em pagar uma casa, no tempo perdido em transportes, na reorganização de serviços que afastam respostas de proximidade, como hoje se vê, por exemplo, na área da obstetrícia no distrito. Sentem-se na vida de quem aqui trabalha, estuda, cria família, e tenta conciliar tudo isto com dificuldades que não deviam existir.


No distrito de Setúbal conhecemos bem estas realidades. Mas também sabemos o que este território representa para o país.

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Somos um dos seus motores, pela nossa localização estratégica, pela força da nossa indústria, pelo papel decisivo do Porto de Setúbal e do Porto de Sines, pela riqueza ambiental e pela diversidade das nossas comunidades. Um território que produz, liga e sustenta o desenvolvimento nacional.


Mas este potencial não se concretiza sozinho. Exige investimento, planeamento e, sobretudo, decisões políticas que não adiem soluções.


Foi também isso que ficou claro no Congresso: o país não precisa de ruído. Não precisa de bloqueios.
Precisa de respostas!

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Respostas que cheguem às pessoas.


Respostas que cheguem aos territórios.


Respostas que não deixem o distrito de Setúbal para trás.


Enquanto deputada eleita por este distrito, esse é o meu compromisso: garantir que os problemas do nosso território não ficam à margem das decisões nacionais. Porque falar de futuro não é suficiente, é preciso que ele se sinta na vida das pessoas.


O distrito de Setúbal não pode continuar à espera de respostas que tardam — porque as pessoas também já não podem esperar.

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