23 Outubro 2021, Sábado
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Núcleo do Montijo da Iniciativa Liberal responde a líder da distrital do PSD

O PSD diz ter falhado a câmara do Montijo porque a Iniciativa Liberal “não esteve disponível” para integrar a sua coligação. E qual foi a desculpa nos últimos 45 anos?

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A Iniciativa Liberal (IL) é um partido jovem. Jovem nas Pessoas e jovem nas Ideias. São essas ideias liberais que nos movem, e é na juventude do nosso posicionamento que reside a nossa principal força. O espaço político que ocupamos estava vazio, órfão de uma voz que apresentasse uma visão liberal para Portugal. Uma visão de pessoas livres, sociedades livres, mercados livres: os verdadeiros motores do desenvolvimento humano, da harmonia social e da prosperidade económica. Para que esse desiderato seja uma realidade, defendemos uma simplificação profunda do estado e uma aproximação das pessoas às decisões que nelas têm impacto. O estado tem que passar a servir os seus cidadãos, não alimentar-se destes.

A nossa tarefa é, portanto, muito desafiante. Temos pela frente um caminho longo, mas bem definido, que queremos trilhar com coerência, consistência e entusiasmo. Um caminho que no Montijo, como na maioria do país, decidimos iniciar sozinhos.

Tomámos a decisão de fazer uma campanha autárquica em nome próprio, apresentando com clareza e entusiasmo as nossas ideias ao escrutínio da sociedade e dos eleitores. A nossa profissão não é a política. Somos um conjunto de cidadãos, uma amostra representativa da sociedade que trabalha e produz. Porventura, advenha daí a postura com que decidimos dar a conhecer aos Montijenses, de forma clara, inequívoca e direta aquilo que são as propostas Liberais para o município. Decidimos não as diluir numa coligação que junta uma (já longa) amálgama de partidos que cada vez menos dizem às pessoas, que cada vez menos inspiram, que cada vez menos ambicionam, que cada vez menos se distinguem. Partidos que veem as eleições apenas como um jogo, onde qualquer tática serve desde que leve à vitória, sem grande preocupação por aquilo que interessa: as ideias e um verdadeiro projeto novo para o dia seguinte, para a geração seguinte, para o futuro.

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Vencer, eleger, retirar um força política do poder não é um fim em si mesmo. Não basta mudar os atores, sem mudar de guião.  É pena que tantos dos que fazem da política a sua habitação própria permanente, vejam nas eleições simples jogos de poder, onde são as cores que ganham e perdem, ao invés dos projetos e das ideias.

Não escolhemos o caminho mais fácil ou o caminho mais rápido, escolhemos o mais desafiante. Por si só, essa opção já nos distingue da maioria. Saímos do sofá, expusemos a nossa visão e expusemo-nos a nós, num debate sério de ideias, onde estas parecem cada vez mais escassear.

Ao contrário dos partidos-rémora, que só existem à boleia de um hospedeiro, o dia 26 de Setembro marcou o início e não o fim do percurso da IL na política autárquica do Montijo. Por estranho que possa parecer a alguns, a aritmética eleitoral não nos move tanto quanto nos move a visão de um Montijo mais Liberal.

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