12 Junho 2024, Quarta-feira

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Navio onde deflagrou incêndio ao largo do Porto partiu de Sines

Navio onde deflagrou incêndio ao largo do Porto partiu de Sines

Navio onde deflagrou incêndio ao largo do Porto partiu de Sines

Incêndio continua activo, mas já está controlado

 

O incêndio que deflagrou na terça-feira no navio Greta K ao largo do Porto continuava hoje activo, mas controlado, mais de 16 horas depois do alerta, disse a capitania do porto de Leixões, cerca das 07:00.

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“Mantém-se tudo igual a ontem à noite [terça-feira]. O navio [que transporta combustível refinado] continua a cerca de 11 milhas da linha de costa [quase 18 quilómetros] e tem dois rebocadores portuários a dar assistência, a manter a posição e a arrefecer as estruturas com jactos de água”, disse à Lusa o comandante do Porto de Leixões.

De acordo com o capitão Silva Rocha, no local e nos rebocadores, cerca das 07:00, mantinham-se o comandante e dois tripulantes para prestar assistência técnica necessária.

“Estamos a aguardar a chegada da Fragata Corte-Real da Marinha para que depois as equipas técnicas façam uma avaliação mais rigorosa sobre o que está a acontecer no navio”, disse.

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Segundo a Marinha Portuguesa, o alerta foi dado cerca das 15:30 de terça-feira para o “Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC) de Lisboa, da Marinha” para um “incêndio no navio-tanque Greta K, com bandeira de Malta, que se encontrava a navegar a cerca de uma milha e meia de costa, cerca de três quilómetros, junto à praia dos Ingleses, na Foz do Douro, com 19 pessoas a bordo, todas de nacionalidade filipina”.

De acordo com o capitão do Porto de Aveiro, não houve derrame de combustível, mantendo o navio a sua integridade física.

Às 07:00 estavam no local uma embarcação salva-vidas, outra da Polícia Marítima e dois rebocadores portuários.

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“Não há feridos a registar. Apenas um dos tripulantes foi levado ao hospital com queixas numa mão”, disse ainda o capitão Silva Rocha.

O navio Greta K, que se incendiou ao largo da Foz do Douro, no Porto, encontrava-se às 17:45, na altura do incidente, a quatro quilómetros da costa, vindo do porto de Sines, de acordo com a aplicação Marine Traffic.

O navio em chamas dirigia-se para o porto de Leixões, em Matosinhos, acrescentou a fonte da Protecção Civil.

Na terça-feira à noite, foram retirados os tripulantes, permanecendo três, e a embarcação estava a ser rebocada para longe da costa, segundo a Marinha Portuguesa.

A Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo (APDL), que tinha a bordo um piloto de barra no apoio ao navio que se dirigia para Leixões, conseguiu rapidamente colocar no local três navios-rebocadores a ajudar no combate ao incêndio. Também o Capitão do Porto do Douro e de Leixões empenhou duas embarcações da Estação Salva-vidas de Leixões, segundo um comunicado da Marinha.

O navio, que tem “a bordo gasóleo e combustível destinado a aviões (jet fuel) e não tem crude”, foi rebocado para uma zona afastada de costa.

Na terça-feira, a Marinha indicou que estava a reforçar o material e as equipas de combate à poluição para a eventualidade de algum foco de poluição, enquanto o Instituto Hidrográfico, da Marinha, também se encontrava a acompanhar a situação para a eventual necessidade de cálculo da deriva, em caso de foco de poluição.

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