23 Outubro 2021, Sábado
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Sines avança com requalificação do Mercado Municipal

Nuno Mascarenhas, presidente da Câmara, realça importância da intervenção que representa um investimento de 1,7 milhões de euros

 

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A empreitada é para arrancar ainda este ano, em Outubro, e representa um investimento de 1,7 milhões de euros. Trata-se da requalificação do edifício do Mercado Municipal de Sines e da zona envolvente, intervenção que deverá estar concluída no próximo ano e que Nuno Mascarenhas, presidente da Câmara, considera fundamental.

“É uma obra de extrema importância para requalificar não só o equipamento, mas, sobretudo, toda a área envolvente e há muito que Sines, devido à sua ligação ao mar, merecia um Mercado Municipal condigno”, disse o autarca, em declarações à agência Lusa.

Reabilitar e modernizar o espaço, assegurando “as melhores condições e facilidades de funcionamento do equipamento e o usufruto pleno por parte da população residente e visitantes”, é o objectivo a que a autarquia aponta com a realização da empreitada, inserida no Programa Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU) de Sines.

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Localizado numa zona central da cidade e apresentando sinais de degradação, o edifício do Mercado Municipal “não teve ao longo de muitos anos a manutenção adequada”. A Câmara Municipal decidiu avançar para a requalificação do espaço, porém o processo não tem sido fácil.

“No anterior mandato criámos um projecto que fosse suficientemente interessante para requalificar o equipamento e toda a envolvente e garantir o financiamento comunitário. Isso foi conseguido, lançámos por duas vezes o concurso público que não teve concorrentes, mas agora estão reunidas as condições para avançar com a adjudicação”, admitiu Nuno Mascarenhas.

A intervenção, que é comparticipada em 85% por fundos comunitários, prevê a recuperação global e embelezamento do edifício, a manutenção das funções de venda de peixe e frutas e produtos hortícolas, com melhores condições, e a criação de um novo piso no módulo central. “Consiste na renovação de todo o interior do edifício do mercado, criando uma zona de venda de peixe, com bancas com sistema de fecho uniformizado e individualizado, e uma zona de venda de legumes, com bancas novas, pisos, sistema de climatização e iluminação”, adiantou.

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Gabinetes de apoio aos empresários e comércio local

 

Segundo o presidente da autarquia, além de permitir a criação de novos espaços comerciais, o projeto contempla ainda “uma terceira área muito virada para a restauração e para os produtos da região que poderá funcionar durante todo o dia e não ficará condicionada à abertura e fecho do mercado”. A operação contempla ainda a construção de um piso superior, na zona da restauração, destinado às entidades empresariais, com gabinetes “muito virados para o apoio aos empresários e ao comércio local”, entre outras valências.

“Há a possibilidade de vir a ser instalado nesse espaço um pequeno supermercado, uma zona de serviços que poderá albergar uma instituição de crédito”, o que, sublinhou o edil, permitirá “não só a renovação daquele espaço como também o incremento da actividade económica”.

A obra, que aguarda o visto do Tribunal de Contas, deverá ser consignada no mês de Setembro e arrancar “no início de Outubro” para estar concluída no próximo ano.

O SETUBALENSE com Lusa

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