23 Maio 2024, Quinta-feira

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Noite Europeia dos Investigadores quer construir pontes entre ciência e sociedade

Noite Europeia dos Investigadores quer construir pontes entre ciência e sociedade

Noite Europeia dos Investigadores quer construir pontes entre ciência e sociedade

Iniciativa do Politécnico pretende aproximar a ciência do grande público através de actividades interactivas e lúdicas

 

A Noite Europeia dos Investigadores (NEI) está de regresso e vai decorrer ao longo desta sexta-feira, 29 de Setembro, entre as 10h30 e as 22h00, na Casa da Baía. O evento, que é o resultado de uma parceria entre o Instituto Politécnico de Setúbal (IPS) e a Câmara Municipal de Setúbal, tem como objectivo aproximar a ciência do grande público através de actividades interactivas e lúdicas.

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Nesta edição, a NEI regressa a Setúbal tendo como pano de fundo a temática “Construir Pontes: O Diálogo entre Ciência e Sociedade”, com uma oferta de workshops e outras actividades práticas, visitas guiadas, conversas com os investigadores do IPS e muitos momentos de animação para os visitantes de todas as idades.

Luísa Carvalho, vice-presidente do IPS, explica que apesar de ainda não existir um financiamento para o evento, é expectável que o mesmo venha da Europa. “Nós não temos ainda financiamentos, mas tencionamos, tendo em conta este histórico que já temos de cooperação, para nos candidatarmos ao programa europeu para obtermos financiamento”.

Em declarações a O SETUBALENSE, a vice-presidente explica que o suporte é feito pela autarquia e pela própria instituição. “Há um suporte que é feito quer pelo Politécnico, quer pela Câmara Municipal, numa parceria muito interessante, porque, de alguma forma, nós cumprimos com toda a parte da organização o programa, que é feita conjuntamente com várias reuniões, que ocorreram desde que terminou a edição do ano passado”, referiu.

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A organização do evento percebeu que teria de mudar um pouco o programa, relativamente ao ano passado, esclarece Luísa Carvalho. “Vamos ter um dia completo e também com a modificação do nosso público-alvo, porque o ano passado reparámos que as crianças também tinham muito interesse nesta iniciativa, mas como fizemos mais ao final do dia tornou-se complicado”.

Durante o dia, que será dedicado aos alunos do pré-escolar ao ensino secundário e profissional, o programa inclui visitas guiadas ao CIRES – Centro Interpretativo do Roaz do Estuário do Sado e cinco workshops, que abordam questões tão diversas como o “porquê de ser cientista, o impacto da ciência na vida quotidiana, o que ter à mão em caso de sismo, como ser empreendedor” ou ainda “como pode a inseminação artificial em abelhas-rainha ser um factor de sustentabilidade”.

Após um dia dedicado às crianças, ao final da tarde o foco mudar-se-á para os adultos. “Vamos ter um programa a partir do final da tarde que terá mais foco nos adultos, em que vamos ter uma mesa-redonda com diálogo entre a ciência e a sociedade. Vamos ter como ponto alto da nossa sessão de abertura, o moscatel de honra às 19:00, com a presença de todas as entidades”.

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Já a partir das 19h00, as propostas da NEI alargam-se a toda a comunidade local, com animação a cargo das tunas do IPS, uma visita guiada à Casa da Baía, e um período de conversas-expresso com investigadores do IPS. Os visitantes poderão conhecer, na primeira pessoa, a tarefa diária de produzir e disseminar conhecimento em áreas como Educação, Saúde e Bem-estar, Sustentabilidade e Tecnologia e Sociedade.

Luísa Carvalho tem a expectativa que esta edição supere a anterior, embora considera que a NEI do ano passado tenha tido uma boa adesão. “Nós esperamos que este ano a adesão seja maior, até porque alargámos os públicos. Já fizemos a divulgação, também no seminário que houve na Câmara Municipal do acolhimento aos novo docentes do novo ano lectivo. Acreditamos que este ano teremos mais visitas, fruto até da reorganização que fizemos no programa e da análise que fizemos dos resultados do ano passado”.

Quanto ao futuro, a vice-presidente garante que o objectivo é continuar todos os anos envolvidos na iniciativa, porque considera que esta “é uma iniciativa interessante”, e cada vez mais a ciência “tem de estar próxima dos cidadãos”. “Isto também pode ser interessante para aumentar a literacia científica da população. Acaba por ser também uma actividade de responsabilidade social”, rematou.

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