22 Julho 2024, Segunda-feira

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Estudo prévio de reabilitação da EB 2,3 de Aranguez já foi apresentado e obras vão custar mais de 16,5 M€

Estudo prévio de reabilitação da EB 2,3 de Aranguez já foi apresentado e obras vão custar mais de 16,5 M€

Estudo prévio de reabilitação da EB 2,3 de Aranguez já foi apresentado e obras vão custar mais de 16,5 M€

Fase seguinte passa por realizar projectos de especialidade. Empreitada garante um novo edifício com salas de apoio

A Câmara Municipal de Setúbal já deu a conhecer o estudo prévio para a reabilitação e construção de novos espaços da Escola Básica 2,3 de Aranguez. Depois de um projecto que teve de ser construído de raiz “pelo facto de não haver qualquer tipo de documentos cadastrais” falta agora a “elaboração de projectos de especialidade”. Sabe-se, no entanto, que o investimento excede os 16,5 milhões de euros.

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“Na melhor das hipóteses, esta é uma obra que demora cerca de três anos para se desenvolver e que poderá ter condições para se iniciar no final do próximo ano”, assegurou André Martins, presidente da Câmara Municipal de Setúbal, durante a apresentação dos documentos à comunidade escolar daquele estabelecimento, sessão que decorreu na noite de quarta-feira.

Na reunião, onde também esteve presente a Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares e o presidente da Junta de Freguesia de São Sebastião, Luís Matos, soube-se que o actual edifício onde funciona a escola vai ser reabilitado integralmente – por ser considerado prioritário “em matéria de intervenções” – tal como será construído um novo edifício com três pisos para dar apoio ao já existente.

Neste vão constar “um auditório, uma nova biblioteca, laboratórios, salas de aula, zonas de arrumos e sanitários, alia-se uma ampla obra de requalificação a nível de edificado, incluindo instalações desportivas, a reconstrução da portaria e beneficiações nos espaços exteriores”, como explica a nota de Imprensa da autarquia setubalense.

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A EB 2,3 de Aranguez, a par da EB 2,3 Barbosa du Bocage, a EB 2,3 de Azeitão e a Escola Secundária du Bocage e outros seis estabelecimentos, foram as escolas transferidas para a alçada do município aquando da transferência de competências na área da Educação, em 2022 – momento em que a câmara municipal afirma que, apenas para aquela escola, a Administração Central transferiu 146 mil 530 euros. Por isso a autarquia já admitiu não ter verbas para fazer face às intervenções necessárias, mas, o líder da câmara municipal, esclareceu que este não é um tema esquecido.

“Vamos sempre fazer aquilo que estiver ao nosso alcance para garantir que as nossas crianças tenham uma vida feliz aqui na escola e possam ter todas as condições para aprender, viver e conviver”.

Já a vice-presidente Carla Guerreiro não descartou as responsabilidades do Governo nesta matéria, garantindo que “o Ministério da Educação tem de ser parte integrante no processo”. Além do estudo prévio, está também em análise a forma como a obra vai ser financiada.

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A autarca detalhou que a obra deverá ser “feita por fases” o que faz com que as actividades lectivas não sejam afectadas, no entanto, é “metodologia ainda por aprofundar para se garantir a normalidade de ensino”.

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