28 Junho 2024, Sexta-feira

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Comemorações do 25 de Abril em Setúbal arrancaram com homenagem a Adriano Correia de Oliveira

Comemorações do 25 de Abril em Setúbal arrancaram com homenagem a Adriano Correia de Oliveira

Comemorações do 25 de Abril em Setúbal arrancaram com homenagem a Adriano Correia de Oliveira

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Concerto encheu Igreja do Convento de Jesus

 

As comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, que o município de Setúbal vai manter até 2025, arrancaram no sábado com um concerto de homenagem dos 80 anos de Adriano Correia de Oliveira, na Igreja do Convento de Jesus.

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A iniciativa, organizada pelo Centro Artístico Cultural e Desportivo Adriano Correia de Oliveira, em conjunto com a autarquia, contou com a dupla de fado de Coimbra Ferreira Mendes, viola e voz, e Fernando Monteiro, guitarra de Coimbra, na primeira parte, e Paulo Bragança e Luís Coelho, na segunda parte.

Foram interpretados temas de autores como Adriano Correia de Oliveira, José Afonso, Ary dos Santos e Manuel Alegre. Estava prevista a presença do conhecido socialista, mas, já no próprio espectáculo, foi informado que Manuel Alegre não estaria, devido a um “imprevisto”.

O presidente da Câmara de Setúbal reafirmou que as comemorações dos 50 anos do 25 de Abril, intituladas ‘Venham mais vinte e cincos’ pretendem ficar como um marco no concelho e deixar uma marca da ligação de Zeca Afonso à cidade.

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“É uma referência que temos na sociedade portuguesa e até no mundo, mas queremos que seja uma marca em Setúbal. José Afonso é de Setúbal, porque ele viveu aqui e está aqui”, disse o autarca.

O Centro Artístico Adriano Correia de Oliveira apresentou uma saudação em que apresenta o autor como “visionário, humanista, antifascista, homem generoso e, sobretudo, um sonhador”.

“A sua assombrosa voz soltava sílabas de luz, ‘era uma arma’. Deixou-nos um incomensurável legado: Liberdade! Ele não era apenas mais um. Ele era a vontade de todos em um!”, refere a saudação, lida por Valdemar Santos.

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O centro artístico, fundado em 1995, em Vila Nova de Gaia, diz estar a resgatar a memória de Adriano Correia de Oliveira.

No sábado, a interpretação do tema ‘Trova do Vento que Passa’, de Manuel Alegre e Adriano Correia de Oliveira, em que se juntaram a Paulo Bragança as vozes das dezenas de pessoas presentes, foi o ponto alto da noite.

 

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