19 Junho 2024, Quarta-feira

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Centro de Saúde da Praça do Brasil funciona sem aquecimento por risco de incêndio

Centro de Saúde da Praça do Brasil funciona sem aquecimento por risco de incêndio

Centro de Saúde da Praça do Brasil funciona sem aquecimento por risco de incêndio

Problema decorre devido ao quadro eléctrico, que precisa de ser reparado. ACES Arrábida garante que tudo está a ser tratado

 

O Centro de Saúde da Praça do Brasil, situado na Rua de Damão, está a funcionar sem aquecimento, por existir o risco de incêndio nas instalações. Esta preocupação acontece devido à idade do quadro eléctrico do estabelecimento, que precisa de ser reparado. A União de Sindicatos de Setúbal/ CGTP-IN, explica que os profissionais que lá trabalham foram instruídos, pela direcção do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Arrábida, a não ligarem o aquecimento, tudo devido ao facto de existir risco de incêndio nas instalações.

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O sindicato assegura que, mesmo sem a climatização estar a trabalhar, o risco de incêndio permanece activo, apesar da sobrecarga da instalação eléctrica ser menor. A situação não é de agora, tendo praticamente duas semanas, sendo que o sindicato assegura que já tentou entrar em contacto com a direcção do ACES Arrábida, não tendo obtido resposta nenhuma.

“Se não se morre da doença, morre-se da cura”

Em comunicado, a União de Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN afirma que a grande preocupação que o Ministério da Saúde, por via do ACES Arrábida, deve de ter é “arranjar instalações provisórias para atender condignamente os doentes” e não fazer com que utentes e profissionais do Centro de Saúde “passem frio”, assegurando que na grande maioria dos casos os “utentes têm de se despir para serem examinados e os profissionais trabalham sem conforto térmico”.

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O sindicato conclui que nesta situação “se não se morre da doença, morre-se da cura”. Por fim, a União de Sindicatos de Setúbal/CGTP-IN considera “lamentável” toda esta situação, deixando um apelo a “quem de direito”, referindo-se ao Ministério da Saúde e à direcção do ACES Arrábida, pedindo que se resolva “de imediato” a situação de utentes, profissionais e também moradores do prédio, assegurando que situações urgentes exigem “medidas urgentes” e não “passividade”.

ACES Arrábida assegura que situação está a ser resolvida

Contactado por O SETUBALENSE, o Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Arrábida confirma o problema da sobrecarga eléctrica e que tal acontece devido à idade do quadro eléctrico, explicando que de modo a garantir a segurança dos profissionais e utentes foi “recomendada a não utilização de equipamentos de climatização até à resolução do problema”.

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O ACES garante que os serviços em causa “muito raramente” implicam a presença de utentes, uma vez que o edifício aloja a Unidade de Recursos Assistenciais Partilhados (URAP), garantindo que os utentes utilizam o edifício, mas de forma reduzida, dando o número de “menos de 50 na última semana”.

A direcção executiva do ACES Arrábida refuta as acusações de falta de contacto e assegura que as ligações com os profissionais têm sido permanentes, uma vez que o edifício se localiza em “frente ao edifício que aloja a direcção do ACES”. Quanto à resolução do problema, a direcção garante que aguarda que a reparação ocorra “o mais brevemente possível”.

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