5 Dezembro 2022, Segunda-feira
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Distrito atinge maior quebra na procura de moradias e apartamentos

Dados avançados por o Imovirtual comprovam que procura por imobiliário diminuiu bastante face ao segundo trimestre

 

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O Distrito de Setúbal registou maior quebra de procura de moradias e apartamentos face ao 2º. trimestre deste ano. Os dados foram avançados por o “Barómetro Trimestral Imovirtual” na vertente de procura por imobiliário.

De acordo com o estudo, as moradias são uma das categorias onde se registou um dos maiores decréscimos, a contar com uma quebra de -9,8% na procura para compra e de -23,7% no que diz respeito ao arrendamento. Desta forma, em relação ao 3º. trimestre do ano passado, a procura por compra caiu -40,4% e por arrendamento -34,4%.

Face ao trimestre anterior, Setúbal é a região onde se registou a maior diminuição de procura de moradias, num valor que ronda os -16,5%. Já em comparação com o ano passado, o distrito está ao lado do Porto a representar uma descida acentuada na procura de -36%.

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No caso dos apartamentos, o 3º. trimestre deste ano apresentou, a nível nacional, um decréscimo na procura para compra de -13,8% e de -11% para arrendamento, em relação ao trimestre anterior. Já em relação ao mesmo período no ano passado, a variação foi de -34,1% na compra e de -15,3% no arrendamento.

Para Ricardo Feferbaum, director geral do Imovirtual, “é normal que se verifique uma maior diminuição na procura no 3º. trimestre deste ano face ao ano passado, altura em que o mercado estava muito dinâmico”.

“Apesar de termos verificado, nos primeiros trimestres deste ano, que o mercado se mantinha em movimento, a verdade é que as notícias sobre o aumento das taxas de juro, aliadas aos preços crescentes que se têm vindo a sentir na compra e no arrendamento, podem estar a retrair os consumidores de avançar para uma decisão no imobiliário. Também a inflação, em todos os outros sectores, está a criar prudência nos consumidores”, explicou o director, citado em comunicado.

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Ricardo Feferbaum avançou ainda que “quem está à procura [de imobiliário], neste momento, são pessoas que analisaram a situação e vão efectivamente avançar para a compra”.

No caso das quintas e herdades, apesar de, a nível nacional, a procura para compra ter diminuído em -10,7% face ao 2o. trimestre e -33% face ao 3º. trimestre do ano passado, o estudo regista, respectivamente nestes períodos, aumentos de +13,3% e +29,6% no caso do arrendamento.

Já no panorama geral, a procura por quintas e herdades diminuiu em -46,3% na região, em comparação com o 3º. trimestre de 2021.

A nível etário, procura mantém-se estável em todos os grupos

Numa perspectiva nacional, a procura por imobiliário diminuiu em -35,4% no caso da compra e -18,4% no caso do arrendamento, em relação ao 3º. trimestre do ano passado e ao 2º. trimestre deste ano, respectivamente.

Já a nível etário, a procura manteve-se relativamente estável em todos os grupos, quando comparada à procura verificada nos três meses anteriores. No entanto, em relação ao 3º. trimestre de 2021, verificou-se um decréscimo considerável de procura por imobiliário na faixa dos 55 aos 64 anos, de -20,3%, seguida das pessoas com mais de 65 anos, com -14,2%, e entre os 25 e os 34 anos

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