25 Maio 2024, Sábado

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Vendas nas lotas do distrito de Setúbal subiram para 14,8 milhões

Vendas nas lotas do distrito de Setúbal subiram para 14,8 milhões

Vendas nas lotas do distrito de Setúbal subiram para 14,8 milhões

Registo aumentou 6,7% no primeiro quadrimestre do ano, em relação ao período homólogo de 2016. Preço médio mais alto da região foi verificado na Costa de Caparica. Sesimbra foi a lota que mais pescado transaccionou a nível nacional

O primeiro quadrimestre do ano significou um aumento de 6,7% do valor de vendas de pescado na Docapesca do distrito de Setúbal, comparativamente com o período homólogo de 2016.

De acordo com a Docapesca Portos e Lotas S.A. “foram transaccionados 14,8 milhões de euros nas lotas da Docapesca do distrito de Setúbal entre Janeiro e Abril deste ano”, o que equivale a um “crescimento de 6,7% face ao período homólogo” do ano anterior, representando ainda “cerca de um quarto do total nacional”.

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“No mesmo período e também em comparação com 2016, o volume aumentou 21,5%, para 6 823 toneladas, no distrito de Setúbal, representando 30,5% do total do País”, acrescenta a Docapesca.

O preço médio mais alto do distrito (€6,05) foi alcançado na lota da Costa de Caparica, superior em 4,9% face a 2016. Seguiram-se Fonte da Telha com €5,76 (+8,8%), Trafaria com €5,33 (+13,8%) e Setúbal com €3,42 (+18,9%). Sesimbra (€1,83) e Sines (€1,43) registaram os menores preços e um decréscimo de 16,2% e 14,9%, respectivamente. No entanto, segundo os mesmos dados, “Sesimbra foi a lota que mais pescado transaccionou a nível nacional, 4 169 toneladas, mais 25,7% do que em 2016, sendo a segunda em valor ao atingir 7,6 milhões de euros”.

“Quanto ao volume, no distrito de Setúbal, depois de Sesimbra surge Sines com 1 493 toneladas (+46,8%) e Setúbal com 666 toneladas (-10,3%). Costa de Caparica com 252 toneladas, registou uma quebra 7,9%, o mesmo acontecendo com Trafaria (141 toneladas, menos 8,8%) e Fonte da Telha (53 toneladas, menos 8,6%)”, esclarece a Docapesca.

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Em termos de valor, Sines “cresceu 24,9%, para 2,1 milhões de euros, Setúbal teve um incremento de 6,7%, para 2,3 milhões, Sesimbra subiu 5,3%, para 7,6 milhões de euros, e Trafaria aumentou 3,8%, para 750 mil euros”. Costa de Caparica (1,5 milhões) e Fonte da Telha (307 mil euros) “registaram descidas de, respectivamente, 3,4% e 0,5%”.

Crescimento nacional foi de 17,8%

O pescado comercializado em todas as lotas da Docapesca nos primeiros quatro meses de 2017 atingiu o valor de 60,5 milhões de euros, o que representa “um aumento de 17,8% em comparação com o período homólogo do ano passado (51,4 milhões de euros)”. Este crescimento deve-se “ao aumento em 12,5% do preço médio, que subiu no primeiro quadrimestre do ano para 2,7 euros por quilo (mais 30 cêntimos) e também da maior quantidade de pescado, que passou de 21 398 toneladas para 22.398 toneladas (+4,7%)”, revelou a Docapesca a concluir.

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