Paulo Silva afirma que não recua na defesa do Serviço Nacional de Saúde

Paulo Silva afirma que não recua na defesa do Serviço Nacional de Saúde

Paulo Silva afirma que não recua na defesa do Serviço Nacional de Saúde

Paulo Silva (à esquerda) diz que decisão da ministra vai causar o caos no Hospital de Almada

Autarca do Seixal diz que ministra decidiu encerrar urgências de obstetrícia do Hospital do Barreiro sem ouvir ninguém

SEixal, Paulo Silva, Ministra daO presidente da Câmara do Seixal, Paulo Silva, esteve ontem de manhã com os seus congéneres dos municípios da Península de Setúbal junto ao Ministério da Saúde, onde entregaram uma missiva dirigida à ministra da Saúde, Ana Paula Martins, a manifestar protesto pelo encerramento das urgências de obstetrícia do Hospital do Barreiro.

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Na sua página de Facebook, o autarca do Seixal diz que esta decisão da ministra foi “tomada sem ouvir autarcas nem comissões de utentes”, e “prejudica gravemente a população da nossa região, porquanto a concentração das urgências de obstetrícia no Hospital Garcia de Orta vem tornar mais caótica a situação existente neste hospital”. (ver página 6 nesta edição).

Para Paulo Silva, não há qualquer dúvida, os autarcas “não aceitam decisões tomadas à distância, sem conhecimento da realidade e sem respeito pelas populações”.

Esta é uma decisão “firme” que emanou depois dos nove autarcas da península terem reunido, em agenda extraordinária, no âmbito da Comunidade Intermunicipal da Região de Setúbal.

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“Estamos a falar de mulheres grávidas que ficam praticamente sem resposta de proximidade, sendo empurradas para o Hospital Garcia de Orta, em Almada, uma unidade que já hoje não tem condições, nem ao nível das instalações nem dos profissionais, para dar resposta a este aumento de procura. O cenário que se adivinha é inaceitável, partos em ambulâncias e um risco acrescido para mães e bebés”, sublinha Paulo Silva.

“Defender o Serviço Nacional de Saúde é defender a dignidade, a segurança e o futuro de todos. E nessa luta, não recuaremos”, reafirma.

O presidente da câmara do Seixal explica ainda que “a falta de repostas de saúde adequadas compromete a confiança da população no Serviço Nacional de Saúde, num contexto em que a mortalidade infantil na Península de Setúbal é superior à média nacional, em que os partos realizados em ambulâncias em consequência do reencaminhamento de grávidas para o Hospital Garcia de Orta continuam a aumentar, em que subsistem as mortes por demora nos meios de socorro e em que 40% da população não tem médico de família atribuído”. Questões que levam, mais uma vez, Paulo Silva a reivindicar pela construção do hospital neste concelho: “Como será assegurado o reforço da capacidade hospitalar? Precisamos, com a máxima urgência, que seja construído o futuro Hospital do Seixal”.

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