21 Janeiro 2022, Sexta-feira
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PCP aplaude greve dos trabalhadores da Amarsul e acusa Governo de alinhar com Mota-Engil

“O Governo do PS usou a pedido da Mota-Engil/Amarsul as forças de segurança PSP e GNR para reprimir trabalhadores”

 

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A Direcção da Organização Regional Setúbal do PCP (DORS) acusa o Governo PS e a Mota-Engil, grupo onde está integrada a Amarsul – Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, de pressionarem os trabalhadores desta empresa para abandonarem a posição de greve que mantiveram durante a passada semana.

“O Governo do PS usou a pedido da Mota-Engil/Amarsul as forças de segurança PSP e GNR para reprimir trabalhadores, violar a lei da greve e dar cobertura a ilegalidades”, refere a estrutura comunista em comunicado emitido ontem, onde manifesta “veemente repudio por esta ilegalidade e repressão”.

No mesmo comunicado, os comunistas afirmam a sua “solidariedade para com os trabalhadores da Amarsul”, e saúdam a sua “corajosa e forte luta”. Realçam ainda a “enorme solidariedade de classe manifestada pelos trabalhadores das autarquias locais”.

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Com os trabalhadores em greve numa reivindicação pela reversão imediata dos cortes no subsídio de turno, passagem ao quadro de todos os trabalhadores com vínculo precário a ocupar postos que correspondem a necessidades permanentes da empresa, pela redução do período normal de trabalho, regresso ao direito ao dia de Carnaval como feriado obrigatório e pelo direito a um período mínimo de férias de 25 dias úteis, afirma a DORS que a Amarsul “tem resultados e lucros que lhe permitem e impõe que a Mota-Engil responda positivamente às justas aspirações dos trabalhadores”.

No mesmo comunicado, elogiam os trabalhadores por “apesar de todas as manobras patronais visando intimidar e desmobilizar [a greve], que teve uma enormíssima adesão”, mantiveram o protesto.

“Manobras e pressões ilegais por parte da administração sobre os trabalhadores e também por empresas de aluguer de mão de obra como Autovision que efectuou chamadas para casa de trabalhadores e enviou-lhes mensagens para os seus telemóveis, a intimidá-los, e que não mereceram do Governo e da ACT qualquer intervenção”, refere o comunicado da DORS.

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Diz ainda o PCP que “o continuo ataque aos direitos contratuais [dos trabalhadores], e a crescente precarização dos postos trabalho”, começaram “desde a privatização da empresa”.

E acusa o Governo PS por não ter “revertido a privatização feita pelo anterior governo do PSD/CDS”, e com isso “permitiu que ao longo dos anos a Mota-Engil não cumpra com a contratação colectiva existente, aumente exponencialmente a precariedade na empresa, e degradado um serviço público estratégico para o País, com enormes reflexos no ambiente e qualidade de vida das populações”.

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