21 Janeiro 2022, Sexta-feira
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Exposição colectiva no centro de trabalho do PCP relembra para que jamais aconteça

Centenário do PCP abre ao pública uma mostra de pintura de vários artistas. Inauguração lembrou dias de luta

 

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O Partido Comunista Português inaugurou uma Exposição Colectiva de Artes Plásticas, no sábado passado, no quadro das iniciativas comemorativas do centenário do partido, as quais se irão prolongar até o dia 6 de Marco de 2022. A mostra, no Centro de Trabalho do PCP da Torre da Marinha, pode ser vista até ao dia 20 de Maio.

A exposição conta com trabalhos, de vários temas, estilos e técnicas, assinados por artistas conhecidos e outros nem tanto, mas que merecem ser mencionados. Ao todo, são obras de Eduardo Palaio, Pé-Leve, Umbelina Ribeiro, Amélia Diogo, Ana Inácio, Carlos Martins, Cidália Rodrigues, João Duarte. Jorge Cabral, Luís Dias, Manuel Santos, Maria João Ferreira, Maria José Trindade, Mónica Rodrigues, Nuno Bettencourt e Odete Gonçalves.

Na abertura desta mostra, Armindo Miranda, da Comissão Política do Partido Comunista, numa breve alocução, lembrou pontos fulcrais da vida da organização, “que não tem outra que se iguale em longevidade e luta nos dias negros que cobriram décadas da vida dos portugueses”.

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O dirigente comunista trouxe à memória a fundação do PCP em 1921, “em condições muito difíceis”, a eleição de Bento Gonçalves, operário do Alfeite, para secretário-geral, a importância da década de 40, com os III e IV Congressos, a fuga de Peniche de Álvaro Cunhal e outros seus camaradas e a evasão de Caxias.

Armindo Miranda assinalou ainda que não foram esquecidos os assassinatos pela Polícia Política do regime então vigente, do pintor Dias Coelho e do operário Alfredo Dinis. Crimes que “nunca foram punidos”, e que “muitos silenciam, seja na rua ou na Assembleia da República”.

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