23 Maio 2024, Quinta-feira

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Quase todos os nomes do Sol da Caparica foram revelados esta terça-feira

Quase todos os nomes do Sol da Caparica foram revelados esta terça-feira

Quase todos os nomes do Sol da Caparica foram revelados esta terça-feira

Este ano vão existir quatro palcos num festival montado com mais preocupação ambiental e um novo figurino

O festival O Sol da Caparica volta este ano ao Parque Urbano da Costa da Caparica, no concelho de Almada, agora na 9.ª edição e com nova organização. O consórcio de empresas Domingo no Mundo e Music Mov, encabeçada pelo cantor e compositor André Sardet e António Gomes, em conjunto com a Câmara Municipal de Almada, aposta num novo modelo. Em palco vão estar menos artistas por cada noite, mas cada um actua durante mais tempo.

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De 15 a 18 de Agosto, pelo quatro palcos do festival vão passar Rui Veloso, Xutos & Pontapés, T-Rex HMB, Capicua, L7NNON, Diego Miranda, Os Quatro e Meia, INSERT COIN, Padre Guilherme, MC Ryan SP, Cláudia Pascoal, Linda Martini, Bateu Matou, Karetus, IRMA, King Bigs, Bianca Barros, Rony Fuego, Maninho, GANSO, Celeste Mariposa, Fogo Fogo, Porbatuka, NAPA, Mura e Stereossauro, Luana do Bem, M.A.C. (Missão A Cumprir), Bué Tolo, José Pinhal Post-Mortem Experience, Gilsons, Magano, I Love Baile Funk e TNT.

Estes os primeiros nomes avançados na manhã hoje na apresentação festival que decorreu no concessionário de praia Kailua, na Fonte da Telha. “Mais nomes vão ser anunciados nos próximos dias”, disse André Sardet. “Queremos que seja o sonho de quatro noites de Verão para todos”, acrescentou.

O evento conta este ano com quatro palcos, o Palco Mar, Palco Terra, Palco Anfiteatro e, em estreia, o Palco Almada. Este o primeiro modelo que as empresas que vão tomar conta de O Sol da Caparica durante três anos desenharam. Adiantou André Sardet que organização vai implementar uma série de medidas que atenuem e mitiguem o impacto ambiental do festival, não só através de medidas na produção, mas também de práticas ambientais no recinto, através da promoção de hábitos positivos para o planeta.

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Para a presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, O Sol da Caparica tem vindo a afirmar-se como “o grande ponto de encontro de celebração da língua portuguesa” e como um festival de referência em Portugal, e já não só. “A expectativa é que continue a manter o seu ambiente especial por ser intergeracional, por ser neste sítio extraordinário, por ser na praia e ao mesmo tempo urbano, por ser um encontro dos que falam a língua portuguesa nas suas variações e que tenha o ambiente próprio de Almada de usufruir a vida partilhando os valores de matriz: inclusão solidariedade, ambiente e qualidade de vida”, disse.

Os bilhetes para o festival estão à venda a partir de hoje com o custo de 28 euros por dia ou de 78,50 euros para o passe dos quatro dias.

Mais uma vez os residentes no concelho contam com um preço especial, sendo estes bilhetes disponibilizados para venda, a partir de Julho, mediante prova de residência, e limitado ao ‘stock’ existente, no Fórum Romeu Correia e Posto de Turismo da Costa da Caparica.

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18 de Agosto é dedicado às crianças, com uma programação que tem início às 10h00, por um preço especial de três euros.

Existe ainda um passe de quatro dias para as famílias, para duas crianças e dois adultos, exclusivo a residentes de Almada, no valor de 150 euros.

O recinto encerra às 14h00 e volta a abrir às 16h00 para a continuação do festival nos quatro palcos.

Nota:

No primeiro parágrafo, última linha, foi alterado de mais artistas para menos artista.

Deverá assim ler-se: (…) Em palco vão estar menos artistas por cada noite, mas cada um actua durante mais tempo.

 

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