19 Junho 2024, Quarta-feira

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Dia da Liberdade trouxe mais cultura e ar puro

Dia da Liberdade trouxe mais cultura e ar puro

Dia da Liberdade trouxe mais cultura e ar puro

Casa da Música Jorge Peixinho e Jardim das Nascentes, além de uma nova avenida, marcaram celebrações de Abril

Foram três as placas que Nuno Canta, presidente da Câmara Municipal do Montijo, descerrou ao final da manhã de ontem. As inaugurações da Casa da Música e do Jardim das Nascentes – que complementa o novo espaço cultural –, assim como da Avenida António Mourão (junto aos dois patrimónios), marcaram as comemorações da Revolução dos Cravos preparadas pelo município. Abril, a 25, chegou com mais cultura e ar puro ao concelho.

A avenida em homenagem ao fadista montijense – que ficou reconhecido como um dos principais intérpretes da canção nacional – foi a primeira das três obras a serem inauguradas, perante representantes das forças vivas da cidade e uma apreciável moldura humana. E “o tempo voltou para trás” para assegurar a liberdade do presente e a memória do futuro. O momento simbólico foi vincado apenas por uma frase do autarca: “O nosso António Mourão, um grande homem, um grande fadista”, disse, logo após ter retirado, juntamente com Catarina Marcelino, presidente da Assembleia Municipal do Montijo, a bandeira do município da placa toponímica.

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Percorridos alguns metros, pela ciclovia associada à nova avenida – construção exigida pela autarquia ao grupo Aldi que se instalou nas imediações –, e o ritual repetiu-se. Nuno Canta e Catarina Marcelino descerraram a placa que identifica o mais recente património ambiental do concelho, o Jardim das Nascentes, que o líder do executivo define como “o novo pulmão verde da cidade”. E o momento voltou a merecer um comentário “económico” do presidente da Câmara – “O nosso Jardim das Nascentes”, disse o socialista –, até porque o discurso estava reservado para pouco depois.

O património ambiental envolve um outro, que veio ampliar a oferta cultural no concelho e que foi inaugurado de seguida: a Casa da Música Jorge Peixinho, que, além de um novo auditório, engloba um espaço museológico sobre a vida e a obra do maestro montijense. E era esse o momento mais aguardado por todos. Nuno Canta descerrou a placa e instantes depois, num discurso breve, salientou que as obras reflectem “homenagens a Jorge Peixinho, ao fadista António Mourão e a todos os montijenses que ao longo da vida deram muito à cultura”.

As inaugurações na evocação do 49.º aniversário da Revolução dos Cravos, e da Casa da Música em particular, “levaram para a imortalidade do tempo o exemplo das generosidades das gentes do Montijo”, realçou o edil. “A cultura, o ambiente, as comunicações da Avenida António Mourão passam para a memória do concelho”, reforçou, antes de salientar que o momento ontem vivido “é um exemplo de que os valores de Abril não ficam para trás”.

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Seguiu-se uma visita guiada ao interior da Casa da Música, onde foram dados a conhecer diversos pormenores da obra física e também do legado cultural do maestro Jorge Peixinho, a partir de agora em exposição permanente naquele equipamento.

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