16 Maio 2022, Segunda-feira
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Jerónimo de Sousa diz na Moita que revisão constitucional põe o País à beira de mais um 25 de Abril

O PCP vai estar na linha da frente no combate por melhores condições de vida e de trabalho, garantiu

 

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“Estamos à beira de mais um 25 de Abril. Estamos a fazer quase 49 anos de Abril em democracia. É uma boa altura para acrescentar à luta o reforço da Constituição da República”.

A afirmação foi feita por Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, no último sábado, quando falava para uma plateia que encheu o pavilhão da União Banheirense, na Baixa da Banheira, Moita.

O comunista respondia assim à “ambição de uma revisão constitucional” que diz ter sido retomada, “enunciada” que foi por Rui Rio, líder do PSD, a indiciar “disponibilidade do PS” para o efeito.

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“A confirmar-se, é um sinal grave e preocupante no caminho dos projectos antidemocráticos que alguns querem ver retomados. O objectivo é amplo, conhecidas que são as propostas do PSD de subversão da Constituição da República”, atirou.

Jerónimo de Sousa fez também uma referência às últimas eleições, considerando que os resultados “vão ao arrepio do que era preciso para dar resposta aos problemas nacionais” e que “a maioria absoluta conseguida pelo PS não contribui para avançar na solução dos problemas do País”.

“Pelo contrário. Esta maioria acrescenta dificuldades na resposta e soluções que os trabalhadores e o povo precisam”, frisou.

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Apesar de considerar que “a composição da Assembleia da República que resulta destas eleições, e em particular a maioria absoluta do PS, cria mais dificuldades à concretização das soluções”, o líder comunista assegurou que o PCP vai estar na linha da frente no combate por melhores condições de vida e de trabalho.

“Pelo aumento dos salários e reformas, pela revogação das normas gravosas da legislação laboral, em defesa do Serviço Nacional de Saúde, pelo direito à habitação, pela valorização da Escola Pública, pelo acesso universal à creche gratuita e dando força à luta dos trabalhadores e do povo”.

“Somos o Partido Comunista Português a quem os momentos bons não descansam e os momentos maus não fazem desanimar”, garantiu, para lembrar os 100 anos que o partido já leva e cujas celebrações encerram com um comício de aniversário a 6 de Março, no Campo Pequeno, em Lisboa.

Com Lusa

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