1 Agosto 2021, Domingo
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José Rodrigues Pereira é o grande vencedor da X Bienal de Pintura de Pequeno Formato

Prémio Revelação entregue ao artista Diogo Martins

 

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O artista José Miguel Tavares Rodrigues Pereira foi o vencedor da X Bienal de Pintura de Pequeno Formato – Prémio Joaquim Afonso Madeira, com a obra “Factory Towers”. O anúncio foi feito na data de inauguração da exposição desta bienal, que estará patente até 1 de Agosto em Alhos Vedros, no espaço FAVO – Fábrica de Artes e Ofícios.

A entrega dos prémios contou com as presenças do presidente do município da Moita, Rui Garcia, e da autarca alhosvedrense Eli Rodrigues, entre outros participantes.

Na altura, foram igualmente anunciados o prémio Revelação, entregue a Diogo Martins pela obra “HowToReadABook”, além de três menções honrosas, atribuídas pelo júri da iniciativa aos artistas Cristina Fontes, João Moreira e Vítor Malva.

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Recorde-se que esta bienal, organizada pela Câmara da Moita, em conjunto com a Junta de Freguesia alhosvedrense e o CACAV – Círculo de Animação Cultural de Alhos Vedros, tem por objectivo “ser um incentivo à criação artística, no domínio da pintura, através do apoio aos artistas, na valorização do seu trabalho e no encontro deste com a comunidade”.

O prémio anual Joaquim Afonso Madeira, entregue pelo município, tem um valor de mil euros, sendo que a Junta é responsável por atribuir o valor de 350 euros ao vencedor do Prémio Revelação.

A mostra, segundo a autarquia, pode ser visitada às sextas-feiras e sábados, das 17 às 21h00, e aos domingos, entre as 17h00 e as 19h30.

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No âmbito desta iniciativa, o espaço FAVO acolhe no próximo domingo, pelas 17h00, uma tertúlia fotográfica subordinada ao tema “A fotografia e o património cultural e natural, na comunidade”, que vai contar com as participações de Fernando Pinho, João Ramos, Joaquim Gomes, José Augusto Nascimento e Isabel Ferreira.

A 24 de Julho, à mesma hora e no mesmo local, terá lugar uma intervenção de Fabrícia Valente acerca do tema “Quando se desabita a pintura”, seguida de um debate aberto. O conjunto de eventos termina dia 31, também pelas 17h00, com um concerto de Didgeridoo, por Ruben Branco.

Do Algarve para Alhos Vedros

Joaquim Afonso Madeira, natural de Silves (Algarve), veio em 1952 para Alhos Vedros, onde se radicou e exerceu a sua profissão até se reformar.

Entre as suas diversas facetas, destaca-se o papel que teve como autor, encenador, ensaísta e figurinista.

O gosto que desenvolveu pelo associativismo fez com que, ao longo da sua vida, fosse associado de diversas colectividades, chegando a ser vicepresidente da Sociedade Filarmónica Recreio e União Alhosvedrense e integrado o conselho técnico da Federação de Folclore Português para o Distrito de Setúbal, levando toda a sua existência dedicada à cultura e, em particular, ao teatro.

Faleceu a 23 de Janeiro de 1995.

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