14 Maio 2021, Sexta-feira
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Operação da Amarsul para substituir tampas azuis de contentores arrancou em Fevereiro na Moita

Até ao final do ano, empresa pretende intervir em mais de 3500 ilhas ecológicas

 

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Após a implementação pela Amarsul da recolha selectiva em ilhas ecológicas, nos concelhos do Barreiro, Moita, Palmela e Sesimbra, assim como na zona nascente do município do Montijo, a empresa do Grupo EGF afirma ter registado, sobretudo nos últimos dois anos, vários “pedidos de munícipes, indicando que a dimensão da abertura das tampas dos contentores era pequena”, o que dificultava a deposição dos respectivos resíduos recicláveis.

Para solucionar este obstáculo à reciclagem, em Julho do ano passado, foi iniciada pela empresa uma experiência piloto, em Alcochete, por “outras com aberturas maiores” para facilitar a colocação de resíduos nos contentores amarelos e azuis, com capacidade para 1100 litros, tendo a empresa concluído que “os bons resultados alcançados”, evidenciaram a “pertinência de avançar com a substituição das tampas azuis em todos os contentores” distribuídos nestes territórios.

No passado mês de Fevereiro, a Amarsul iniciou a operação de substituição no município da Moita, que decorrerá também nos restantes concelhos até ao final deste ano, com o objectivo de “facilitar o trabalho de quem separa os resíduos para reciclar, sem levar à deposição indevida de resíduos indiferenciados nos contentores destinados apenas aos recicláveis”, afirma em comunicado.

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Com efeito, conforme verificado, a alteração na abertura das tampas “conduziu a uma expressiva diminuição de contaminação, bem como a um incremento das quantidades recolhidas”, afirma, tendo comprovado que esta mudança “facilitou o trabalho de quem quer separar as embalagens de papel/cartão para reciclagem”.

No que toca aos contentores amarelos, verificou-se ainda que “o aumento da abertura das tampas se traduziu num aumento da contaminação, sem um corresponde acréscimo das quantidades recolhidas”.

A intervenção em mais de 3500 ilhas ecológicas, adianta, “será executada em articulação com os municípios abrangidos, para juntos, contribuirmos para que a população separe tudo sempre e em todo o lado”, conclui a empresa. Refira-se que o projecto em causa contou com o apoio e cofinanciamento do POSEUR – Programa Operacional de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos, que tem por meta aumentar e optimizar as quantidades de recicláveis separados na origem.

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