8 Dezembro 2021, Quarta-feira
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População volta a alertar para o aparecimento de animais mortos nas águas da Moita

A população moitense voltou a chamar a atenção para o aparecimento de animais mortos na confluência do Rio da Moita com a Caldeira da Moita, junto ao Largo da Feira, onde em Julho deste ano já tinham aparecido várias aves mortas.

“As aves desapareceram do local, e o que quer que seja que está a fazer isto, atravessa a Moita, entra na caldeira, no rio, na praia do Rosário e segue o caminho de envenenamento dos peixes”, disse uma fonte local ao DIÁRIO DA REGIÃO.

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Acrescentando que “quase há uma semana que a habitual água que costuma correr na vala real na Moita, deu lugar a um líquido azulado cujo cheiro é insuportável, desconhecendo-se a origem, proveniência, composição e respectivas consequências. Sabe-se por relatos de quem respirou por alguns minutos o ar envolvente e envenenado, que o mesmo provocou fortes dores de cabeça e vómitos”.

Segundo a mesma fonte, os habitantes já informaram a Guarda Nacional Republicana da Moita e o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA), da GNR.

A 20 de Julho, a Quercus já tinha exigido “uma actuação rápida e urgente” por parte do Ministério do Ambiente para se resolver esta situação.

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A organização ambientalista pediu que fossem realizadas análises à água dos locais afectados, que fossem detectadas quais as potenciais fontes de poluição e que fosse analisado o nível de toxicidade presente nos animais já mortos e identificados os poluentes.

“A morte repentina de tão elevado número de animais e a diversidade de espécies afectadas leva a pressupor que não se trata de uma qualquer doença súbita, mas sim consequência de uma qualquer descarga ilegal de elevada carga poluente, ou técnicas inadequadas e proibidas de controlo de espécies”, referiu na altura a Quercus.

Já a 12 de Julho, a Câmara Municipal da Moita tinha anunciado que estava a tratar do caso e já tinha contactado o SEPNA, a Divisão de Alimentação Veterinária de Setúbal e a Direcção de Serviços de Alimentação e Veterinária da Região de Lisboa e Vale do Tejo, tendo também efectuado várias análises com o Laboratório Pró Qualidade (LPQ) para investigar as causas das várias mortes.

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