1 Fevereiro 2023, Quarta-feira
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Obra sobre Coina debruça-se sobre anos de actividade humana nas margens do Rio

Publicação orientada pelo co-autor Luís Pedro Cerqueira já se encontra disponível

 

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O auditório da Startup Barreiro acolheu ao final da tarde da última sexta-feira a apresentação da obra “Rio Coina | Autoestrada ao Serviço da Biodiversidade após 2000 anos de Actividade Humana”. Durante o evento, Sara Ferreira, vereadora da Cultura desta autarquia, destacou o papel do ex-vereador João Pintassilgo no lançamento desta edição, coordenada pelo arquitecto Luís Pedro Cerqueira.

O co-autor destacou o empenho da equipa que levou à publicação da obra, que envolveu um total de cinco elementos, tendo referido o “entusiasmo” demonstrado pelo actual presidente da autarquia, Frederico Rosa. O trabalho contou com um prefácio do autarca montijense Nuno Canta, tendo o posfácio sido da responsabilidade do biólogo José Augusto Baptista.

O documento dá a conhecer os objectivos e propostas em sectores como o território, mobilidade, ambiente, turismo, infra-estruturas, património ou segurança e conta com a existência de desenhos e quadros em anexos à publicação, que permite “criar sinergias com a Área Metropolitana de Lisboa”, algo que é considerado “fundamental num projecto com estas características”.

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Na nova publicação, que conta com uma série de mapas, com descrição histórica, identificação e georreferenciação de todos os locais situados nas margens do Coina, é dada particular atenção ao corredor ecológico existente nesta área do território, enquanto “autoestrada genética” essencial para manutenção da biodiversidade num município humanizado.

O livro permite ainda estender “a identidade do coberto vegetal da Arrábida até ao estuário do Tejo” e promove a ligação entre as diferentes áreas de elevado valor natural, tais como a mobilidade da fauna, dispersão genética, através de esporos, pólen e de sementes que conduzem ao “aumento da cobertura vegetal com espécies autóctones”.

O Rio Coina é um afluente do Tejo, que nasce no Parque Natural da Arrábida, percorrendo cerca de 25 quilómetros até à sua foz, no município barreirense, sendo uma “via de comunicação privilegiada” que estabelece a ligação desta serra à zona do estuário. “É um território para uma mudança de paradigma através de uma estratégia de amenização dos impactes de dois milénios de actividades humanas no meio ambiente e para a implementação de medidas”, que visem a mitigação dos efeitos das alterações climáticas.

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A obra explicita e sistematiza “um conjunto amplo e diversificado de propostas existentes, com incidência directa ou indirecta” na frente ribeirinha do Coina. O trabalho disponibiliza ainda a todos “um contributo para tornar mais apelativa e participada a discussão pública”, com o objectivo de potenciar a construção e concretização de uma visão e estratégia concelhia na frente ribeirinha do território.

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