11 Agosto 2022, Quinta-feira
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Obra “Cadernos do Arquivo” apresentada em espaço dos portos de Lisboa, Setúbal e Sesimbra

Iniciativa impulsiona e divulga património existente para garantir futura preservação

 

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O Arquivo do Porto de Lisboa, Setúbal e Sesimbra (APLSS) no parque da Baía do Tejo, no Barreiro, comemorou na última sexta-feira o seu terceiro aniversário, com o lançamento do primeiro volume dos “Cadernos do Arquivo”, numa edição centrada na obra do arquitecto Paulo Cunha, considerado “pioneiro do planeamento portuário e do ordenamento das orlas ribeirinhas” e autor de parte significativa dos “edifícios portuários em Portugal e nos países africanos de língua oficial portuguesa”, numa investigação dirigida por José Luís Saldanha.

José Castel-Branco, membro do conselho de administração destes portos, considera que “no momento em que celebramos o terceiro aniversário da centralização do espólio documental”, o APLSS decidiu iniciar a publicação destas obras com vista “a conhecer o papel da actividade portuária no desenvolvimento” destes municípios, seguindo-se um segundo livro sobre a mesma temática.

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A iniciativa teve como meta “impulsionar a divulgação” deste património, com vista a “promover o conhecimento, a preservação, a valorização e divulgação do legado” deixado por estes espaços, nos territórios onde se encontram instalados e que contribuíram para o seu desenvolvimento.

Ricardo Medeiros, um dos responsáveis pela criação do arquivo, lembrou “o papel determinante que está cada vez mais à vista” de todos e que foi decisivo na “criação das dinâmicas económicas [e] urbanas das frentes ribeirinhas dos rios Tejo e Sado”. O responsável lembrou ainda a possibilidade em encontrar um conjunto de parceiros “que facilitaram de forma significativa” a criação deste espaço que, no Dia dos Arquivos, voltou a estar cheio de visitantes, e que desde a sua criação tem manifestado o interesse junto de centenas de investigadores.

“São estas possibilidades de investigação, parceria e de trabalho em conjunto [ou] de divulgação que são para nós o mais interessante e foi para isso que criámos este projecto”, frisou, acrescentando que “continuamos a digitalizar toda a documentação”. Por sua vez, José Luís de Saldanha, autor deste primeiro volume, lembrou que a investigação começou por desenvolver-se e acabou por aprofundar o conhecimento obtido em torno desta matéria.

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Centro de Documentação composto por 4.400 títulos

Recorde-se que este Centro de Documentação é actualmente composto por 4.400 títulos, que incluem monografias, relatórios, estudos, fotografias, filmes e publicações periódicas da área marítimo-portuária.

Em junho de 2019, as suas administrações “centralizaram os arquivos intermédio e histórico dos respectivos portos num único espaço”, localizado na Baía do Tejo, permitindo que o acervo em causa “sirva não apenas as respectivas administrações portuárias, mas também o público em geral e a comunidade científica”.

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