2 Outubro 2022, Domingo
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Hospital do Barreiro reabilita chaminé que serve de suporte a caldeiras de condensação

Intervenção permite alcançar ganhos de economia na produção de energia térmica

 

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O Centro Hospitalar Barreiro Montijo (CHBM) encontra-se a reabilitar a chaminé existente no Hospital Nossa Senhora do Rosário, dando continuidade às intervenções que têm vindo a ser realizadas ao abrigo do POSEUR, encontrando-se na fase da obra que “prevê a substituição das caldeiras” existentes na instituição.

De acordo com o administrador do serviço de Instalações e Equipamentos, José Carlos Freixinho, após a intervenção em curso “a chaminé existente servirá de suporte às novas chaminés das caldeiras de condensação, mantendo-se assim a silhueta do edifício”, para preservar os elementos arquitectónicos existentes e “sem qualquer nova construção para suporte das mesmas”.

Recorde-se que o equipamento está a substituir as actuais caldeiras, ainda a vapor, por caldeiras de condensação, com aquecimento de água para as soluções de água quente sanitária e aquecimento, sendo estas “mais eficientes do que as caldeiras habituais” e “possível alcançar ganhos de economia de energia na produção de energia térmica”, adianta fonte hospitalar, numa intervenção de 240 mil euros, dando assim continuidade às intervenções realizadas neste local ao abrigo do Programa de Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos.

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A quarta intervenção, adianta o CHBM, prevê uma poupança de energia e a utilização racional de recursos, recorrendo a boas práticas de eficiência energética. Sublinhe-se que, neste âmbito, o hospital em causa “já substituiu todas as lâmpadas e luminárias convencionais por tecnologia LED”, tento melhorado o isolamento das coberturas e substituído 21 unidades de tratamento de ar e dois ‘chillers’, num investimento total superior a um milhão e 330 mil euros.

De acordo com este centro hospitalar, estão previstas medidas como a colocação de painéis fotovoltaicos e solares térmicos, novos ‘fan coils’ para climatização das enfermarias e a instalação de um sistema de “gestão técnica centralizada”. A instituição explica que a candidatura efectuada tem como meta “a reconversão dos sistemas de produção energética”, de modo a reduzir e contribuir para o au- mento do conforto dos seus colaboradores e utentes, estando previsto que o investimento realizado neste âmbito venha a ter “um impacto na redução dos consumos” na ordem dos 45%, num montante global anual que ronda os 310 mil euros.

CHBM mantém certificação na área do aprovisionamento

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Já o serviço de aprovisionamento do CHBM, mantém a sua certificação pelo sistema de “gestão e controlo de stocks e aquisição de bens e serviços”, através da norma ISO 9001:2015, após nova auditoria da APCER, entidade responsável pelo reconhecimento.

O equipamento recorda que em 2007 implementou um Projecto Integrado de Logística Hospitalar, através do sistema e-kanban, que se manteve até 2009 e “veio permitir uma maior eficiência na gestão de stocks e consumos, sendo todos os produtos usados registados online, através da utilização de um terminal móvel.

O hospital adianta que “a informação é recebida no armazém, que repõe a quantidade de material necessária nos serviços, com base nos níveis acordados”, sendo este modelo implementado em 77 serviços clínicos e armazéns periféricos, que permite reduzir stocks existentes nos serviços e no armazém geral, evitando assim “desperdícios”.

Para Vanessa Ramos Paulino, directora deste serviço, a manutenção da certificação “traduz o reconhecimento do trabalho que tem vindo a ser feito […], que nos últimos dois anos viveu a mais difícil experiência”, resultante quer da pandemia como do actual conflito na Ucrânia, situação que “comprometeu os mercados” e levou a “aumentos de preços”. A responsável adianta que o processo da Qualidade tem sido “uma lufada de ar fresco”, que tem permitido repensar as acções e o planeamento da actividade, através de uma “melhoria contínua”.

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