Deslizamento no Porto Brandão obriga à demolição de casas habitadas há quase 60 anos

Deslizamento no Porto Brandão obriga à demolição de casas habitadas há quase 60 anos

Deslizamento no Porto Brandão obriga à demolição de casas habitadas há quase 60 anos

Os técnicos identificaram fendas profundas no solo, taludes em deslizamento e inclinação de um muro de suporte em betão armado

A Câmara Municipal de Almada deu a saber, através da rede Facebook, que notificou os moradores da Azinhaga dos Formozinhos, no Porto Brandão, para a demolição das habitações situadas numa zona considerada de elevado risco, após um deslizamento de terras de grandes dimensões.

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O edital, assinado pela Secretária-Geral da autarquia, surge na sequência de uma avaliação do Serviço Municipal de Proteção Civil realizada a 4 de fevereiro de 2026, depois das fortes chuvas.

Segundo o mesmo documento, os técnicos “identificaram fendas profundas no solo, taludes em deslizamento e um muro de suporte em betão armado que passou de uma inclinação de 5 para cerca de 30 graus em apenas dois dias, sinal claro de perda de estabilidade”.

A área afetada ronda os 23 mil metros quadrados, entre a Rua do Alto do Machado e a Rua 1.º de Maio, existindo risco real de ruína e de arrastamento de infraestruturas. As habitações foram desocupadas preventivamente.

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Com esta notificação, os proprietários têm 10 dias úteis para exercer o direito de audiência prévia e 30 dias úteis para cumprir as determinações municipais.

Para várias famílias que vivem naquele local desde 1967, a decisão representa o fim de quase seis décadas de história e residência em Porto Brandão.

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