7 Dezembro 2022, Quarta-feira
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STAL acusa empresa de estacionamento de não propor aumentos salariais para 2023

Sindicato dos Trabalhadores informa que os funcionários voltam a reunir em plenário na próxima sexta-feira

 

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O Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) acusou ontem a administração da WeMob, empresa municipal de estacionamento de Almada, de não ter apresentado propostas concretas de aumentos salariais e progressão de carreiras, numa reunião negocial efectuada na terça-feira.

“A verdade é que esta reunião de negocial teve pouco, porque o conselho de administração da WeMob não apresentou nenhuma proposta concreta para a actualização de salários”, disse Pedro Rebelo, do STAL, adiantando que os trabalhadores voltam a reunir em plenário na próxima sexta-feira, para decidirem eventuais novas formas de luta.

O sindicalista falava à agência Lusa no final de uma reunião negocial, que foi agendada na sequência de cinco dias de greves parciais de duas horas na WeMob, de 24 a 28 de Outubro, por aumentos salariais de 100 euros em 2023.

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“A empresa diz apenas que vai fazer um grande esforço para aumentar as pessoas que recebem o salário mínimo [43% dos trabalhadores da WeMob], mas não apresentou nada de concreto, não quantificou eventuais aumentos salariais e não se comprometeu com nenhuma data para o fazer”, disse Pedro Rebelo.

O sindicalista referiu também que na reunião negocial desta terça-feira foi igualmente abordada a progressão de carreiras na WeMob, dado que a empresa já apresentou uma proposta em que faz depender as progressões da avaliação e de actos de gestão.

“Os trabalhadores também já apresentaram uma contraproposta para a regulamentação de carreiras, mas a empresa, até agora, limitou-se a fazer algumas considerações e ainda não nos deu uma resposta formal”, disse.

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“Mas já sabemos que a WeMob quer fazer um ‘apagão’ do tempo de serviço dos trabalhadores que cá estão há 15/16 anos, praticamente desde a fundação da empresa, o que vai, naturalmente, prejudicar esses trabalhadores”, acrescentou Pedro Rebelo.

A agência Lusa tentou ouvir a empresa municipal de estacionamento da Câmara de Almada, mas não foi possível até ao momento.

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